PM é morto a tiros ao sair de academia em shopping de São Gonçalo

cabo Rayllan Machado Cairo

Cabo já havia sobrevivido a outro ataque de criminosos no município, em setembro do ano passado

Lotado no 1° BPM (Venda da Cruz), o cabo Rayllan Machado Cairo, 35 anos, foi morto a tiros ao sair de uma academia no Partage Shopping São Gonçalo, no Centro, na tarde desta segunda-feira, dia 14 de setembro.

O policial foi surpreendido por três criminosos armados com fuzis no momento em que deixava a academia. Os bandidos estavam em um Volkswagen T-Cross de cor marrom e efetuaram diversos disparos.

O PM foi socorrido para o Pronto-Socorro Central de São Gonçalo (PSSG), no Zé Garoto, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o ataque, os criminosos fugiram no T-Cross em direção ainda ignorada. Policiais militares realizam buscas para tentar localizar o veículo e prender os envolvidos.

A motivação e as circunstâncias do assassinato ainda serão investigadas.

Sobreviveu a ataque no ano passado

Em setembro do ano passado, o cabo – que na época era lotado no 18º BPM (Jacarepaguá) – já havia sobrevivido a outro ataque de criminosos em São Gonçalo.

cabo Rayllan Machado Cairo mortoNa ocasião, ele estava acompanhado pelo cabo Weverson Vieira de Oliveira, 33, lotado no Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque). Os dois trafegavam em um Kia Sorento preto pela Rua Lúcio Tomé Feteira, no Barro Vermelho, quando foram abordados por dois bandidos armados em uma motocicleta, nas proximidades do Morro do Galão.

Os PMs reagiram e houve troca de tiros. Durante o confronto, o cabo Rayllan foi atingido e socorrido pelo colega para o Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no Colubandê.
O policial precisou passar por uma cirurgia reparadora no osso da bacia e não corria risco de morte.

Na época, uma das linhas de investigação era de que os dois PMs poderiam ter sido confundidos com traficantes rivais que haviam matado dois integrantes da boca-de-fumo do Morro da Bandeira, apontado como uma extensão do Morro do Galão.

O Kia Sorento usado pelos policiais era do mesmo modelo e cor do veículo utilizado naquele ataque, levantando a suspeita de que os criminosos acreditaram que os dois fossem integrantes do grupo rival.

Durante o confronto, o cabo também perdeu sua pistola Glock G22 calibre .40 e o aparelho celular.

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