A Justiça manteve a prisão de Vinício Oliveira da Silva, de 39 anos, após audiência de custódia realizada em Belo Horizonte. Ele foi localizado e detido por policiais na casa da influenciadora digital Kamila Simioni, no bairro Bandeirantes.
Como foi a decisão da Justiça sobre a prisão do suspeito
Durante a audiência de custódia, o juiz analisou apenas a legalidade da prisão e verificou que não houve violação dos direitos do homem. Como o caso tratava do cumprimento de um mandado judicial e não de flagrante delito, o magistrado determinou que ele permaneça na cadeia.
Segundo a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, o homem era considerado foragido desde o ano de 2025. Ele é investigado por homicídio e também apontado como uma das lideranças do tráfico de drogas no bairro Jardim Felicidade, na Região Norte de Belo Horizonte.
Quais são as acusações contra o homem preso?
De acordo com nota oficial divulgada pela Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, o investigado possui registros anteriores pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele agora terá o prazo de 10 dias para apresentar a resposta à acusação na Justiça.
O suspeito já recebeu a cópia da denúncia formulada pelo Ministério Público. A defesa dele terá esse tempo hábil para anexar documentos e indicar testemunhas no processo criminal que corre na comarca mineira.
O que aconteceu com os celulares apreendidos na casa?
No momento em que os policiais entraram no imóvel no bairro Bandeirantes, os telefones celulares do suspeito e da influenciadora foram recolhidos pela equipe policial. No entanto, o aparelho de Kamila Simioni foi devolvido no mesmo dia.
O advogado Glauber Paiva, que representa a influenciadora, informou que conseguiu a devolução porque não havia mandado de busca e apreensão específico para o telefone dela. A defesa afirmou ainda que Kamila não tem nenhuma ligação com as investigações que motivaram a prisão do homem.
O que diz a defesa do investigado?
A defesa de Vinício Oliveira da Silva informou que já assumiu o caso oficialmente e que apresentará os esclarecimentos necessários dentro do prazo legal de 10 dias concedido pela Justiça. O homem segue custodiado no sistema prisional à disposição das autoridades mineiras.
Foto: Metropoles















