A jornalista Adriana Perroni é internada pela segunda vez despertou preocupação entre colegas e seguidores nas redes sociais. A profissional da Record precisou retornar ao hospital após notar que o inchaço em seu rosto persistia, mesmo após uma primeira internação de cinco dias para tratar uma celulite facial.
“Perceberam que eu ainda não estava totalmente curada da infecção e retomaram os antibióticos”, contou Adriana em um vídeo publicado no Instagram na noite de sexta-feira (2). A comunicadora tem compartilhado detalhes do tratamento com os seguidores, recebendo mensagens de apoio e solidariedade.
A celulite facial é uma infecção bacteriana que atinge as camadas mais profundas da pele, podendo causar dor, febre e inchaço. Em casos mais graves, requer internação para aplicação de antibióticos intravenosos, como ocorreu com Adriana.
Durante a primeira internação, a jornalista permaneceu cinco dias em observação e foi liberada após apresentar melhora. No entanto, com a volta dos sintomas, os médicos optaram por uma nova internação para garantir o controle total da infecção.
Adriana Perroni é conhecida por sua atuação em coberturas jornalísticas da Record e tem uma presença ativa nas redes sociais, onde compartilha tanto bastidores da profissão quanto momentos pessoais. O caso acendeu o alerta sobre os cuidados com infecções cutâneas e a importância do acompanhamento médico contínuo mesmo após a aparente recuperação.
O que é celulite facial e por que pode levar à internação?
A celulite facial é uma infecção bacteriana grave que afeta as camadas profundas da pele do rosto. Causada, na maioria das vezes, pelas bactérias Staphylococcus aureus ou Streptococcus pyogenes, ela pode surgir a partir de pequenas feridas, acne, picadas de inseto ou mesmo após procedimentos estéticos ou odontológicos.
Os principais sintomas incluem inchaço, vermelhidão, dor intensa, febre e sensação de calor na região afetada. Quando não tratada de forma adequada, a infecção pode se espalhar rapidamente, atingindo outras áreas do corpo ou até evoluir para quadros mais graves, como sepse.
Por isso, em casos como o de Adriana Perroni, a internação é necessária para a administração de antibióticos intravenosos e acompanhamento contínuo da evolução do quadro. O tratamento precoce é essencial para evitar complicações.














