A atriz Carol Castro revelou uma série de episódios chocantes envolvendo assédio, ameaças e perseguição nas redes sociais. Em entrevista publicada nesta terça-feira (24) pela revista Quem, a artista de 41 anos compartilhou detalhes de situações que ultrapassaram os limites do desrespeito e colocaram sua segurança e carreira em risco.
Entre os casos mais absurdos, Carol relatou ter recebido uma proposta de R$ 10 milhões para passar uma noite com um desconhecido. “Já mandaram mensagem dizendo que dariam R$ 10 milhões para passar uma noite comigo. Eu respondi: ‘Meu amor, pega esse dinheiro e doa, por favor’. Fico chocada com o tipo de coisa que recebo”, disse a atriz, que atualmente interpreta Clarice na novela Garota do Momento, da TV Globo.
Apesar do tom irônico com que lida com algumas abordagens, Carol admite que nem tudo é fácil de enfrentar. Um dos episódios mais graves envolveu ameaças de sequestro feitas por e-mail. “Foi bem pesado. A polícia rastreou e conseguiu identificar o autor pelo ID do computador”, revelou. Após o ocorrido, ela redobrou os cuidados com a exposição de sua filha Nina, de 7 anos, fruto do relacionamento com o violinista Felipe Prazeres.
Carol afirmou que qualquer postagem envolvendo a filha é previamente conversada com o pai da criança. “Não forço a Nina a nada. Tudo o que posto é conversado com o Felipe. Preservo muito o espaço dela e a privacidade da nossa família”, afirmou.
Mesmo com equipe de apoio na gestão de suas redes sociais, a atriz faz questão de manter contato direto com os seguidores. “Eu que curto, eu que respondo. Mas quando entro na caixa de mensagens, às vezes fico assustada. Tem coisa que nunca vou esquecer”, disse.
Além das ameaças pessoais, Carol Castro também relatou que já perdeu oportunidades profissionais por se posicionar politicamente. “Já perdi trabalho porque me posicionei contra um desgoverno. Na época me senti estranha, mas sigo com a consciência tranquila. Não dá para viver com medo de crítica”, declarou.
Apesar dos ataques, Carol reafirma sua escolha por não se calar. “A gente precisa falar, denunciar, questionar. Por mais que você seja atacado, não pode se calar. Prefiro dormir em paz comigo mesma”, concluiu.














