Wanessa Angell supera vigorexia e conquista vaga no Miss América, consolidando uma trajetória marcada por superação e protagonismo. Aos 36 anos, a professora, nutricionista e influencer do Rio de Janeiro tornou-se a única representante brasileira na final do concurso internacional que valoriza engajamento social, inteligência e representatividade feminina.
Com seis graduações, mestrado e doutorado em Educação, Wanessa reúne credenciais que vão além da passarela. Eleita em 2024 como a “professora mais bonita do país”, ela ampliou sua visibilidade — atuando nos meios acadêmico, esportivo, artístico e midiático — ao mesmo tempo em que enfrentava uma difícil batalha contra a vigorexia.
A vigorexia, transtorno relacionado à percepção distorcida do corpo, fez com que Wanessa vivesse momentos extremos: em forma, ainda se achava magra ou gorda demais, enfrentando dietas severas, restrições alimentares ou compulsões alimentares. “Eu precisei me reconstruir por dentro e por fora. A vigorexia quase me fez perder minha essência e minha vida. Quase fiquei louca. Aprendi que força não está no corpo perfeito, mas na capacidade de se levantar, se reinventar e seguir em frente”, compartilha Wanessa.
Sobre sua participação no Miss América, Wanessa acredita que o concurso vai muito além da beleza: é uma plataforma para inspirar mulheres a serem sensuais, inteligentes, empoderadas e engajadas. “Representar o Brasil é uma honra enorme. O concurso mostra que uma mulher pode ser sensual, inteligente, empoderada e engajada ao mesmo tempo. Quero mostrar ao mundo que nós, brasileiras, temos voz, força e propósito. Mais do que uma faixa ou troféu, minha participação é uma bandeira pela diversidade e pelo poder feminino”, afirma.
Atualmente com autoestima renovada, corpo equilibrado e uma carreira consolidada na educação e no esporte, Wanessa se prepara para encantar na final do Miss América, onde sua história de dor, coragem, superação, inspiração e resiliência será sua maior aliada.














