Um subtenente baleado em São Gonçalo reage e busca ajuda após crime mesmo estando ferido durante a madrugada desta quinta-feira (26). O policial militar, identificado como Ricardo Bonfim de Souza, estava de folga quando foi alvo de uma ação criminosa na Região Metropolitana do Rio.
De acordo com as primeiras informações, o caso ocorreu por volta das 3h. O subtenente teria sido abordado por criminosos em uma suposta tentativa de assalto, momento em que acabou sendo atingido por um disparo na região da barriga.
Mesmo ferido, o policial conseguiu manter o controle do veículo e dirigiu até um posto de combustíveis no bairro Estrela do Norte, na área central de São Gonçalo, em busca de socorro.
No local, um frentista percebeu que o homem estava baleado e acionou a Guarda Municipal. Em seguida, o subtenente foi levado ao Pronto-Socorro Central de São Gonçalo, localizado no bairro Zé Garoto.
O policial passou por cirurgia ainda nas primeiras horas da manhã. Segundo informações da unidade de saúde, o estado de saúde dele é considerado estável, e existe a possibilidade de transferência para o Hospital Central da Polícia Militar, na capital.
Em nota, a Polícia Militar informou que agentes do 1º BPM (Venda da Cruz) foram até o hospital após a entrada de uma vítima de disparo de arma de fogo. No local, foi confirmado que se tratava de um policial militar de folga.
Ainda de acordo com a corporação, todos os pertences do subtenente, incluindo arma, munições e o veículo, foram encaminhados para a 72ª DP (Mutuá), responsável pela investigação do caso.
A polícia agora trabalha para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e identificar os responsáveis pelo ataque, que aconteceu durante a madrugada e deixou o agente ferido.
O caso reforça a sensação de insegurança na região e chama atenção para a violência enfrentada diariamente, inclusive por agentes de segurança fora do horário de serviço.
Enquanto as investigações avançam, o que se sabe até agora ainda deixa lacunas — e levanta a pergunta que moradores fazem diante de mais um episódio violento: até quando situações assim continuarão acontecendo?














