O Rio de Janeiro foi eleito o melhor lugar para viver no Brasil, segundo o ranking internacional Global Liveability Index, elaborado pela revista britânica The Economist. O levantamento analisou 173 cidades no mundo todo e considerou critérios como saúde, educação, segurança, infraestrutura e meio ambiente.
A capital fluminense aparece na 111ª colocação no ranking global, superando importantes metrópoles como Bangkok, na Tailândia, Jacarta, na Indonésia, e Gidá, na Arábia Saudita. O Rio somou 70,9 pontos, um avanço em relação ao ano passado, quando havia alcançado 70,2.
O índice da revista utiliza uma escala de 0 a 100 e considera pesos específicos para cada parâmetro: estabilidade (20%), cultura (25%), meio ambiente (25%), educação (10%) e infraestrutura (20%).
Apesar de não detalhar as notas de cada critério individualmente, a soma geral posicionou o Rio de Janeiro como a cidade brasileira mais bem avaliada. Além de superar grandes capitais internacionais, a cidade manteve seu destaque na América Latina, mesmo com desafios conhecidos, como questões ligadas à segurança.
No topo do ranking mundial, quem lidera é Copenhague, na Dinamarca, que assumiu a primeira colocação ao atingir 98 pontos, desbancando Viena, na Áustria, que liderava em 2024, mas caiu para o segundo lugar após episódios de instabilidade, incluindo atentados frustrados no país.
A lista das dez melhores cidades do mundo ficou distribuída majoritariamente entre Europa e Oceania. Os primeiros colocados foram: Copenhague (Dinamarca), Viena (Áustria), Zurique (Suíça), Melbourne (Austrália), Genebra (Suíça), Sydney (Austrália), Osaka (Japão), Auckland (Nova Zelândia), Adelaide (Austrália) e Vancouver (Canadá).
Para os especialistas do levantamento, o avanço do Rio reflete melhorias graduais em alguns setores, além do impacto de projetos relacionados à infraestrutura urbana, turismo sustentável e cultura, que ajudam a reforçar a atratividade da cidade aos olhos do mundo.
O estudo é divulgado anualmente pela The Economist Intelligence Unit, braço de pesquisa e análise do grupo The Economist, e serve de referência global tanto para investimentos quanto para mobilidade urbana, qualidade de vida e desenvolvimento social.














