A prisão de Rodrigo Bacellar voltou a colocar o ex-presidente da Alerj no centro das atenções nesta sexta-feira (27). A Polícia Federal realizou a ação no fim da tarde, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, após determinação do Supremo Tribunal Federal.
De acordo com as informações divulgadas, os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva e também de busca e apreensão na residência do ex-deputado. Após a abordagem, ele foi levado para a Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro.
A nova medida ocorre no âmbito de investigações que apuram o vazamento de informações sigilosas. Segundo a PF, o caso teria prejudicado o andamento de apurações relacionadas à Operação Zargun, deflagrada em setembro de 2025.
Ainda conforme os investigadores, a suspeita é de que o vazamento tenha contribuído para a obstrução das investigações, o que agravou a situação do ex-parlamentar perante a Justiça.
Essa não é a primeira vez que Bacellar é alvo das autoridades. Ele já havia sido preso em dezembro do ano passado, em uma apuração que também investigava supostos repasses de informações sobre ações contra o Comando Vermelho.
A nova prisão integra mais uma fase da Operação Unha e Carne III, que tem ligação com a ADPF 635/RJ, conhecida como ADPF das Favelas, e envolve uma série de desdobramentos sensíveis no estado.
Após o cumprimento das medidas legais, Rodrigo Bacellar deverá ser encaminhado ao sistema prisional do Rio de Janeiro, onde ficará à disposição da Justiça enquanto o caso segue em andamento.
O caso ainda está em atualização e pode trazer novos desdobramentos nas próximas horas, especialmente diante da repercussão política e jurídica que envolve o ex-presidente da Alerj.
E à medida que novas informações surgem, o cenário pode ganhar contornos ainda mais complexos, mantendo o caso sob forte atenção pública.














