A Polícia Civil prendeu uma mulher suspeita de vendia roupas furtadas como se fossem de marca própria, nesta quarta-feira (6), em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio. Segundo as investigações da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), a suspeita comercializava os produtos pela internet após alterar as etiquetas originais por outras personalizadas.
A prisão aconteceu em um imóvel residencial, onde os agentes encontraram centenas de roupas femininas. Todas as peças ainda tinham as etiquetas originais da loja de departamentos de onde foram furtadas, o que levou os policiais a descartarem a hipótese inicial de falsificação. A empresa vítima registrou prejuízo superior a R$ 1 milhão.
Durante a investigação, os agentes descobriram que a mulher removia as etiquetas das peças furtadas e as substituía por etiquetas com uma suposta marca autoral. O objetivo era simular exclusividade e valor agregado às roupas revendidas por ela em plataformas digitais.
A detida foi levada para a sede da DRCPIM, onde foi autuada em flagrante. A Polícia Civil continua apurando o caso para identificar possíveis cúmplices e a origem dos furtos, já que o volume de roupas sugere um esquema mais amplo de desvio de mercadorias.














