A Pesquisa Quaest mostra governo Lula dividido entre aprovação e desaprovação, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira. De acordo com os dados, 49% dos entrevistados desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 47% afirmam aprovar a gestão federal. Outros 4% disseram não saber ou preferiram não responder.
O resultado aponta um cenário de equilíbrio dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento confirma a tendência observada nos últimos meses, sem alterações significativas na percepção geral dos eleitores sobre o governo.
Quando questionados sobre a avaliação da gestão, 32% classificaram o governo como positivo, 39% consideraram negativo e 27% avaliaram como regular. Apenas 2% não souberam ou não quiseram responder. Em comparação com dezembro, houve pequenas variações, todas dentro da margem de erro da pesquisa.
A Quaest também perguntou se o presidente merece continuar à frente do país. Nesse quesito, 40% responderam que sim, enquanto 56% disseram que não. Outros 4% não souberam ou preferiram não opinar. Os números praticamente repetem o cenário do levantamento anterior, indicando estabilidade no humor do eleitorado.
A percepção sobre a economia também foi avaliada. Para 43% dos entrevistados, a situação econômica piorou nos últimos meses. Outros 24% disseram que houve melhora, enquanto 29% afirmaram que tudo permaneceu igual. Já ao projetar os próximos 12 meses, 48% acreditam que a economia deve melhorar, 28% esperam piora e 21% avaliam que o cenário deve se manter estável.
Em comparações com pesquisas realizadas em novembro e dezembro, os dados reforçam um empate técnico persistente entre aprovação e desaprovação do governo. Desde o fim de 2024, as oscilações têm sido mínimas, sugerindo um quadro consolidado de polarização entre os eleitores.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada pela Quaest. Ao todo, foram ouvidas 2.004 pessoas em todo o país, entre os dias 8 e 11 de janeiro. O nível de confiança do levantamento é de 95%, o que permite acompanhar tendências da opinião pública ao longo do tempo.














