Parte do poder legislativo no Rio de Janeiro atualmente caminha de mãos dadas com crime organizado

Charles Guilherme Vasconcellos braço direito do pastor Márcio Poncio

Charles Guilherme Vasconcellos, braço direito do pastor Márcio Poncio, foi preso na operação libertate II da PF, cujo alvo principal era Adilsinho o bicheiro mais sanguinário do Rio, alvo número um da Interpol no Brasil.

Fica caracterizada a organização criminosa onde se associam para práticas delituosas de contrabando, sonegação fiscal e inúmeros assassinatos a luz do dia.

Adilsinho e sua quadrilha ou bando lidera toda distribuição do cigarro no estado.

O pastor, segundo as investigações em curso, recebe em dinheiro vivo sua parte nos lucros.

Carlos Lemos, outro acusado, fugiu para Portugal com medo de ser alvo da quadrilha liderada por Adilson.

Há indícios que um partido político “Solidariedade” serve de escudo legislativo afim de proteger a máfia do cigarro.

Entre os acusados na 2⁠ª Vara Federal de Duque de Caxias estão:

Adilson Oliveira Coutinho Filho, Márcio José Mattos de Souza, Simone Poncio da Silva, Jonathan Couto de Souza, Charles Guilherme Vasconcellos, Eliane Maria Caldas Braga, Diogo Roberto Domingues, José Viana Neto, Lusinete Moura Cisneiros, Marcelo Araújo dos Santos, Isac Lemos da Fonseca, Márcio Matos de Souza, Marcos Vinícius Araújo dos Santos, Luiz Carlos Pires Braga, Mauro Caldas Braga, Telmo Luiz Campos e Sarah Silva de Souza.

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