Morte de Nicola Pietrangeli aos 92 anos comove o tênis internacional

Nicola Pietrangeli

A morte de Nicola Pietrangeli aos 92 anos comove admiradores e profissionais do tênis internacional. Considerado um dos maiores atletas da história do esporte italiano, ele vinha enfrentando complicações de saúde desde uma fratura no quadril no fim de 2024. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (1º), gerando uma onda de comoção em federações, ex-jogadores e torcedores.

Reconhecido como bicampeão do Aberto da França — atual Roland Garros — em 1959 e 1960, Pietrangeli construiu uma carreira marcada por precisão técnica, habilidade e firmeza mental. Entre 1953 e 1973, disputou torneios ao redor do mundo, firmando seu nome entre os grandes e ajudando a popularizar o tênis em seu país. Após deixar as quadras, assumiu nova missão como treinador e capitão da Itália na Copa Davis, conduzindo a equipe ao primeiro título da competição, em 1976, o que consolidou ainda mais sua relevância.

Personalidades importantes fizeram homenagens. Angelo Binaghi, presidente da federação italiana de tênis, destacou que Pietrangeli “foi o primeiro a ensinar o que significa vencer”, reconhecendo sua influência no desenvolvimento profissional de atletas italianos. A premiê Giorgia Meloni também lamentou a perda e classificou o tenista como “um símbolo nacional de excelência esportiva”.

O impacto internacional ficou evidente nas manifestações publicadas nas redes sociais. Rafael Nadal compartilhou fotos ao lado do ídolo e deixou condolências à família, ressaltando sua importância histórica para o esporte. Novak Djokovic também prestou tributo, repostando a mensagem oficial de Roland Garros em memória do ex-tenista.

A trajetória de Nicola Pietrangeli permanece como uma referência incontornável no tênis mundial. Entre conquistas, influência técnica e dedicação à formação de atletas, sua memória segue preservada como exemplo de talento, disciplina e amor pelo esporte.

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