A morte de Hulk Hogan aos 71 anos foi confirmada nesta quinta-feira (24), gerando grande comoção entre fãs da luta livre e do entretenimento. O ator e ex-lutador faleceu em casa, na Flórida, após sofrer uma parada cardíaca. A informação foi divulgada pelo site norte-americano TMZ, que relatou a presença de paramédicos e viaturas policiais na residência do astro pela manhã.
Nos últimos meses, circularam boatos sobre o estado de saúde de Hogan, que chegaram a ser desmentidos por sua esposa. Segundo ela, o ex-lutador estava se recuperando bem de cirurgias, incluindo um procedimento no pescoço realizado em maio. À época, ela afirmou que o coração do marido seguia “forte”.
Ícone da luta livre nos anos 1980 e 1990, Hogan foi peça-chave na popularização da WWE como espetáculo global. Ele também fez carreira no cinema e na televisão, participando de filmes como “Rocky III – O desafio supremo” (1982), “Desafio total” (1989) e “Comando suburbano” (1991), além de aparições em séries como “S.O.S Malibu” e “Muppets no Espaço”.
Nas redes sociais, fãs se despediram com mensagens emocionadas: “Descanse em paz, irmão”, “Uma verdadeira lenda” e “Vamos sentir sua falta”, foram alguns dos comentários mais frequentes.
Em 2024, Hogan ainda participou de um evento político nos Estados Unidos, onde rasgou a própria camisa — gesto que se tornou sua marca registrada — em apoio ao ex-presidente Donald Trump durante uma convenção republicana.
A carreira de Hulk Hogan deixa um legado de carisma, força e presença marcante no ringue e fora dele.














