A Justiça Federal do Rio de Janeiro condenou um médico e comparsas por falsificação de diplomas de medicina, em um esquema investigado pela Operação Catarse, da Polícia Federal. Ao todo, cinco pessoas foram responsabilizadas por comercializar e tentar registrar documentos falsos ligados à Universidade Estadual da Bahia.
Entre os condenados está o médico Francisco Gomes Inocêncio Júnior, apontado como responsável por captar interessados na fraude. Ele foi sentenciado a 16 anos de prisão. Também receberam condenação Ana Maria Monteiro Neta, Reinaldo Santos Passos, Valdelírio Barroso Lima e Márcio Mota Santana Silva, com penas que variam de 15 a 25 anos de reclusão, além de multas que juntas ultrapassam R$ 190 mil.
As investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita pelo Conselho Regional de Medicina (CRM), que identificou tentativas de registro profissional usando os diplomas falsificados. Segundo a Polícia Federal, foram encontradas pelo menos 49 tentativas de inscrição com documentos irregulares.
O caso segue sendo acompanhado pela Justiça Federal e pelos Conselhos Regionais de Medicina, que reforçam a importância de fiscalizar e impedir o exercício ilegal da profissão, garantindo a segurança da população.














