O homem que tatuou o rosto da miss morta foi denunciado por duplo homicídio pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). Bruna Zucco Segantin, de 21 anos, eleita Miss Altônia, e seu namorado, Valdir de Brito Feitosa, de 30, foram brutalmente assassinados em março de 2018. Os corpos foram encontrados carbonizados em uma estrada rural de Altônia, no noroeste do estado.
Segundo a denúncia, o crime teria sido motivado por acerto de contas entre facções criminosas. Valdir estaria envolvido com contrabando, e Bruna foi morta por estar com ele e para não deixar testemunhas. Um dos acusados, além de participar da execução, tatuou na mão o rosto de uma mulher em chamas — uma referência direta a Bruna, conforme apontado pela Polícia Civil.
Cinco homens foram denunciados por homicídio qualificado e destruição de cadáver, sendo quatro já presos. O MP requer também o enquadramento por feminicídio e o agravante de motivo torpe. O quinto suspeito segue foragido. A Promotoria pede a condenação com penas que podem ultrapassar 30 anos de prisão.














