Flávio Bolsonaro nega explicações sobre filme e verba do Banco Master

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta segunda-feira (24) que não deve prestação de contas sobre os contratos do filme “Dark Horse”, obra sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar rebateu questionamentos sobre pedidos de recursos feitos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso em operações que envolvem o Banco Master.

Entenda as declarações sobre o financiamento do filme privado

Durante agenda com empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o senador demonstrou irritação ao ser questionado por jornalistas sobre o caso. Ele alegou que o projeto é uma iniciativa privada e que não envolve dinheiro público diretamente.

“Vocês querem insistir sobre um filme privado que não tem contraprestação pública de nada? Vocês vão parar no tempo?”, afirmou o parlamentar aos repórteres presentes no local.

Como está a investigação no STF e na Polícia Federal?

O caso ganhou novos desdobramentos após decisão do Supremo Tribunal Federal. O ministro Flávio Dino atendeu a um pedido da Polícia Federal e autorizou o acesso da corporação aos dados das apurações contra a produtora responsável pelo longa-metragem.

As investigações buscam esclarecer a relação entre os pedidos de recursos financeiros para a obra e o esquema apurado no Banco Master. O senador afirma que a defesa da produtora já anexou perícias técnicas no inquérito que corre na Polícia Civil de São Paulo para comprovar a regularidade dos atos.

Qual é o posicionamento do parlamentar sobre as pesquisas e alianças?

Além das perguntas sobre a produção cinematográfica, o representante do PL comentou a disputa política nacional. Ele declarou que prefere focar na discussão de propostas e alegou que cobranças sobre movimentações financeiras de terceiros deveriam ser direcionadas a outros atores políticos.

No evento, o senador também comentou sua relação com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos). Segundo ele, não há necessidade de formalizar acordos públicos para manter a aliança política existente entre os dois grupos regionais.

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