O Rio de Janeiro vai ter um feriadão no início de julho. A Prefeitura decretou ponto facultativo no dia 4 de julho por causa da Cúpula do Brics no Rio, que acontecerá na cidade. A decisão foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (23) e, com isso, os servidores municipais terão uma folga prolongada, já que o dia 7 (segunda-feira) também será feriado municipal.
O decreto foi assinado pelo prefeito em exercício, Eduardo Cavaliere, que justificou a medida como uma forma de garantir a segurança, mobilidade e fluidez nas vias diretamente impactadas pelos encontros oficiais da cúpula. A expectativa é reduzir significativamente a circulação de pessoas e veículos nas áreas próximas ao evento, facilitando a logística e o deslocamento das delegações internacionais.
O encontro internacional será realizado no Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque do Flamengo, Zona Sul do Rio, e reunirá chefes de Estado e autoridades de 10 países que integram atualmente o Brics: Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã.
Apesar do feriado, a medida não vale para trabalhadores de serviços essenciais, como saúde, segurança, defesa civil, limpeza urbana, transporte público e outros setores que não podem ser interrompidos.
A presidência rotativa do Brics está com o Brasil desde janeiro deste ano, e a realização do encontro no Rio é considerada estratégica, tanto do ponto de vista diplomático quanto econômico, reforçando o papel da cidade no cenário internacional.
A previsão é de que o encontro movimente não só o setor diplomático, mas também hotéis, restaurantes e serviços turísticos, com uma ocupação elevada na cidade durante o evento.
Serviços afetados
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Órgãos municipais não funcionam nos dias 4 e 7 de julho.
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Serviços essenciais seguem normalmente.
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Atendimento ao público, escolas, postos de serviço e repartições fechados.
Sobre a Cúpula do Brics
O Brics é um grupo formado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Recentemente, passou por um processo de expansão, incorporando mais cinco países: Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Emirados Árabes Unidos e Irã. O bloco discute temas econômicos, geopolíticos e de desenvolvimento, buscando alternativas às estruturas dominadas por países ocidentais.














