Virginia Fonseca voltou a ser alvo de polêmica após sua coroação como rainha de bateria da Grande Rio para o Carnaval 2026. Além das críticas sobre sua estreia no samba, a influenciadora irritou parte da comunidade ao montar um quiosque de sua marca de cosméticos dentro da quadra da escola, durante o evento que marcou sua apresentação oficial.
Imagens do estande circularam rapidamente nas redes sociais e geraram forte reação. Para muitos, a iniciativa representou uma distorção do papel cultural das escolas de samba. Escola de samba não é empresa! É lugar de memória, ancestralidade e acima de tudo cultura. Isso deveria receber punição por fugir totalmente do que uma escola de samba é e se propõe a ser, escreveu Juliana Neris em um comentário nas redes.
Outros internautas também ironizaram a situação. Eu acho maior esculacho, resumiu Bruno Rico. Imagina ela distribuir para as meninas da comunidade… não, né?, questionou Eduardo Moura. Os pequenos empresários da escola também podem colocar seus quiosques na quadra em dia de evento?, provocou Anderson Senna.
As críticas não se limitaram ao público. A atriz Carol Castro, que já havia demonstrado insatisfação com a escolha de Virginia como rainha, voltou a criticar publicamente a decisão da Grande Rio. Para ela, o comércio dentro da quadra somado ao tema do enredo de 2026, que aborda desigualdade social e o movimento Manguebeat, torna a escolha incoerente. Ela ser anunciada na Grande Rio, que tem um samba-enredo que fala sobre desigualdade, é uma hipocrisia. Acho que rainha de bateria deveria ser alguém da comunidade, afirmou à revista IstoÉ.
Apesar das críticas, Virginia Fonseca segue confirmada como rainha de bateria da agremiação para o desfile de 2026, quando substituirá Paolla Oliveira. A parceria da influenciadora com a escola também envolve o lançamento de um perfume, fruto de um contrato milionário que reforça a estratégia da Grande Rio de apostar em visibilidade midiática.














