Professor de vôlei em coma após ser agredido e roubado no Centro do Rio
O professor de educação física Carlos Eduardo Cerqueira da Silva, de 52 anos, está internado em coma há quase dois meses após ser brutalmente agredido no Centro do Rio. A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal grave. Além das agressões, o celular e os cartões da vítima foram roubados.
Carlos, que dá aulas de vôlei na praia de Botafogo, na Zona Sul, saiu de casa para trabalhar no dia 23 de junho e não retornou. A família registrou um boletim de ocorrência pelo desaparecimento, sendo surpreendida com a notícia da agressão dias depois.
O professor foi encontrado gravemente ferido no Centro e levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, onde permanece internado com traumatismo craniano. Conforme informações divulgadas pela família, ele está em coma. A investigação segue em andamento na 1ª DP (Centro).
Câmeras de segurança registram parte da agressão
A Polícia Civil já teve acesso a imagens de câmeras de segurança que podem auxiliar na elucidação do crime. Uma das gravações mostra um homem correndo atrás de Carlos e desferindo golpes contra ele. Os investigadores analisam as imagens para identificar o agressor e reconstruir a dinâmica dos fatos que antecederam a violência.
Investigação busca identificar agressor e entender a dinâmica do crime
A polícia busca outras informações que possam contribuir para esclarecer completamente o caso. A análise das imagens de segurança é um dos focos principais para tentar identificar o autor da agressão e entender os motivos que levaram à violência contra o professor de vôlei.
Caso semelhante choca a Zona Sul do Rio
Em outro episódio de violência, Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, foi espancado até a morte em Copacabana na última terça-feira, dia 11. Segundo relatos da família, ele foi confundido com um ladrão após ser acusado por um segurança de ter roubado uma bicicleta. Câmeras registraram o momento em que quatro homens cercaram Cláudio, e um deles o atingiu repetidamente com um pedaço de madeira. O caso é investigado pela 12ª DP (Copacabana), e dois envolvidos já foram identificados.














