A prisão por uso irregular de terreno no Rio ocorreu na manhã desta terça-feira (28), após uma ação da Polícia Militar em uma área pública localizada na região de Jacarepaguá, na Zona Oeste. A operação foi motivada por uma denúncia que apontava a exploração irregular do espaço.
Segundo informações da ocorrência, o suspeito detido estaria envolvido em um esquema de utilização indevida do terreno, situado na Ilha Pombeba, em frente ao Riocentro. A área pertence ao Estado e está vinculada ao Instituto Estadual do Ambiente, além de fazer parte de uma lista de imóveis públicos que podem ser destinados à venda.
De acordo com as investigações iniciais, o homem utilizaria uma escritura falsa para tentar se apresentar como proprietário do local. A suspeita é de que o espaço estivesse sendo explorado de forma irregular, inclusive com cobrança de valores para atividades conhecidas como “pague e pesque”.
A ação foi realizada por agentes do 31º BPM, na Barra da Tijuca, e contou com acompanhamento do deputado estadual Alexandre Knoploch, responsável por formalizar a denúncia junto às autoridades.
O caso foi registrado na 16ª Delegacia de Polícia, que ficará encarregada de conduzir as investigações e apurar todos os detalhes da possível exploração ilegal da área pública.
Na semana anterior, imagens divulgadas pelo parlamentar já indicavam movimentações suspeitas no local, incluindo a construção de uma guarita. Segundo ele, a estrutura estaria ligada à prática de cobrança para acesso à área, o que reforçou a denúncia.
Em manifestação pública, o deputado destacou a preocupação com o uso indevido de áreas pertencentes ao estado para fins lucrativos. Ele também defendeu o reforço na fiscalização para impedir novas ocupações irregulares.
Além disso, Alexandre Knoploch atua na coordenação de um grupo de trabalho da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, que acompanha processos relacionados ao leilão de imóveis públicos, incluindo áreas como a Ilha Pombeba.
A ocorrência segue sob análise das autoridades, enquanto novas informações podem surgir com o avanço das investigações.














