Previsão do tempo no Rio tem calor de 35°C e chuva isolada hoje

O carioca enfrenta um dia típico de verão nesta quinta-feira, com termômetros que podem marcar até 35°C na capital. O calor forte aumenta a chance de pancadas rápidas de chuva a partir da tarde.

Tempo abafado e instabilidade marcam o dia na capital fluminense

O deslocamento de áreas de instabilidade combinado com o aquecimento diurno muda as condições do tempo na cidade do Rio de Janeiro. A manhã começa com predomínio de sol e céu claro a parcialmente nublado, mas a nebulosidade aumenta gradativamente ao longo das horas. A temperatura mínima registrada nas primeiras horas do dia ficou em torno dos 21°C na Zona Oeste.

Segundo os meteorologistas do Sistema Alerta Rio, serviço meteorológico da Prefeitura, os ventos sopram com intensidade fraca a moderada. Não há registro de frentes frias costeiras imediatas, o que favorece a sensação térmica elevada em bairros com menos áreas verdes, como Bangu, Campo Grande, Madureira e Irajá, onde o calor costuma ser mais rigoroso para quem depende de transporte coletivo e trabalha nas ruas.

O Centro de Operações Rio (COR) mantém o monitoramento constante das bacias hidrográficas e dos principais eixos viários. A recomendação aos trabalhadores e moradores é manter a atenção durante os deslocamentos no final da tarde, período em que ocorrem trovoadas pontuais de curta duração, comuns após picos de temperatura.

Como fica o tempo em cada região da cidade?

Na Zona Oeste, bairros como Santa Cruz e Guaratiba registram as temperaturas mais altas da cidade, com previsão de máxima beirando os 36°C nas horas mais quentes. A umidade relativa do ar pode cair para índices próximos de 40% no início da tarde, exigindo hidratação constante da população.

Na Zona Norte, o calor também se faz presente de forma intensa nos corredores da Avenida Brasil e da Linha Vermelha. As pancadas de chuva previstas para o fim do dia têm potencial para formar pontos de alagamento temporários em vias de grande fluxo, impactando o trânsito na volta para casa.

Já na Zona Sul e no Centro, a brisa marítima alivia ligeiramente os termômetros, mas a máxima ainda alcança os 32°C. No mar, as ondas não apresentam alerta de ressaca para as praias de Copacabana, Ipanema e Barra da Tijuca, mantendo condições normais para banho, com atenção redobrada aos pontos de correnteza sinalizados pelo Corpo de Bombeiros.

O que fazer em caso de chuva forte e alagamentos?

Quem estiver na rua durante temporais deve evitar se abrigar debaixo de árvores isoladas ou estruturas metálicas leves, devido ao risco de descargas elétricas e queda de galhos. Motoristas devem evitar trafegar por bolsões de água e manter distância segura do veículo da frente.

A Defesa Civil Municipal recomenda não atravessar áreas inundadas a pé ou de carro. A força da água pode arrastar pedestres e cobrir bueiros destampados pela pressão das galerias pluviais. Caso a água ameace invadir residências em encostas, a orientação é procurar um local seguro imediatamente e acionar os serviços de emergência.

Em casos de emergência ou ocorrências estruturais causadas pelo clima, o telefone gratuito da Defesa Civil é o 199, disponível 24 horas por dia. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro atende pelo telefone 193 para resgates e salvamentos imediatos.

Como acompanhar os alertas no celular?

Os cidadãos podem receber comunicados de alerta meteorológico em tempo real enviados pela Defesa Civil diretamente no aparelho telefônico. O serviço é gratuito e ajuda o trabalhador a antecipar rotas antes de sair do trabalho ou da estação de trem e metrô.

Para ativar o serviço via SMS, envie uma mensagem de texto com o Código de Endereçamento Postal (CEP) da sua residência ou trabalho para o número 40199. Não é cobrada nenhuma taxa pelo envio nem pelo recebimento dos informes diários.

Pelas redes sociais oficiais do Centro de Operações Rio (@operacoesrio) e do Alerta Rio, os moradores também conseguem verificar o estágio operacional do município, que varia de Nível 1 (normalidade) a Nível 5 (crise severa), conforme o impacto das chuvas na infraestrutura urbana da cidade.

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