Maio Laranja: 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infantil

Maio é o mês de referência para jogar luz sobre um cruel. A campanha Maio Laranja tem o objetivo de dar visibilidade a um problema que, infelizmente, ainda é uma realidade em nossa sociedade: o abuso e a exploração sexual infantil. Dados do Instituto da Criança da Universidade de São Paulo (USP) revelam a persistência e a gravidade da violência sexual contra crianças e adolescentes, impactando profundamente seu desenvolvimento físico, psicológico e social. O médico pediatra Antonio Carlos Turner, diretor técnico da rede de clínicas Total Kids, comprometido com a saúde integral de crianças e adolescentes, une-se à campanha Maio Laranja, um movimento nacional de conscientização e prevenção contra o abuso e à exploração sexual infantil, para reforçar a importância de toda a sociedade estar atenta e engajada na proteção das crianças.

“O abuso sexual infantil envolve qualquer ato sexual com uma criança ou adolescente, utilizando-se de coerção, ameaça, manipulação ou aproveitando a sua vulnerabilidade e imaturidade. A exploração sexual, por sua vez, engloba situações em que crianças e adolescentes são utilizados para fins sexuais em troca de benefícios ou para satisfação de terceiros. Ambas as formas de violência deixam marcas profundas e duradouras nas vítimas. Muitas vezes, o abuso e a exploração sexual infantil ocorrem no ambiente familiar ou por pessoas próximas à criança, o que dificulta a identificação e a denúncia. A falta de informação e o medo podem impedir que as vítimas busquem ajuda e que os responsáveis percebam os sinais de alerta. Por isso, é tão importante alertar e informar sobre essa triste realidade”, diz o médico pediatra.

É importante estar atento a possíveis sinais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo abuso ou exploração sexual.

“Mudanças repentinas de comportamento (isolamento, agressividade, medo excessivo), dificuldade de relacionamento com pessoas próximas, regressão a comportamentos típicos de idades anteriores (chupar o dedo, fazer xixi na cama), queixas físicas sem causa aparente, especialmente na região genital ou anal, conhecimento sexual precoce e inadequado para a idade, medo ou recusa em ficar sozinho com certas pessoas, desenvolvimento de ansiedade, depressão ou outros problemas emocionais são alguns dos sinais de que a criança pode estar sendo vítima desse tipo de crime”, alerta Antonio Carlos Turner, diretor técnico da rede de clínicas Total Kids, que tem unidades em Bonsucesso, Olaria e no ParkShopping Campo Grande.

Mas o que fazer em caso de suspeita?

“Ao suspeitar ou identificar sinais de abuso ou exploração sexual, é crucial agir imediatamente. Acredite na criança ou adolescente e ofereça um ambiente seguro e acolhedor para que a vítima possa falar. Não pressione para que a criança ou adolescente fale detalhes, respeite o tempo e a forma como a vítima se sente à vontade para compartilhar sua experiência. Procure ajuda especializada, acione os órgãos de proteção à criança e ao adolescente, como o Conselho Tutelar (consulte o mais próximo de sua casa), a Polícia Civil (190), Delegacia de Polícia (consulte próximo a sua casa), Instituto Médico Legal (IML) ou o Ministério Público. Ofereça apoio emocional e garanta que a vítima receba acompanhamento psicológico adequado para lidar com o trauma. Na Total Kids, temos o compromisso com a proteção da infância e da adolescência, portanto estamos à disposição para orientar e apoiar famílias que necessitem de informações ou encaminhamentos. Acreditamos que, através da informação e da união de esforços, podemos construir uma sociedade mais segura e protetora para nossas crianças” conclui o médico pediatra Antonio Carlos Turner.

Dr Antonio Carlos Turner

Pediatra – Coordenador da Rede de Clínicas Total kids

CRM: 52.46851-4

RGE: 49635

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