Instituto Drum Brasil celebra dois anos de Cultura Maker tendo a Rocinha como um dos grandes parceiros do projeto

Por meio do Cultura Maker – Meninas na Ciência, Tecnologia e Robótica, o Instituto Drum Brasil vem promovendo celebração, pertencimento e transformação em suas diferentes ações, entre elas na favela da Rocinha, a maior do Rio de Janeiro. O segundo ciclo do projeto redimensionou o alcance que as ações em torno do tema vem levantando , reforçando o compromisso do Instituto com a inclusão tecnológica, a valorização cultural e a promoção de oportunidades reais para meninas e jovens em situação de vulnerabilidade.

Como parte das ações sociais que são parte do projeto, foram doadas 100 cestas básicas pelo Instituto Drum Brasil, em uma proposta de incentivo às famílias das crianças assistidas. O evento também ofereceu uma palestra de sensibilização para os pais das crianças atendidas, com o objetivo de prepará-los para apoiar os sonhos tecnológicos de seus filhos que, antes limitavam-se a profissões como dança ou segmentos de beleza.

“Para nós é impagável ver um jovem que passa a se interessar pela ciência, pela robótica, após ter contato com este universo por conta das nossas ações. Tivemos uma das crianças que finalizou a ação dizendo que pensava em ser bailarina mas que, a partir daquele momento, queria ser ‘tecnológica’. O propósito do Cultura Maker é justamente esse, mostrar a eles as inúmeras possibilidades que eles podem ter para o futuro, esse despertar de interesse só se transforma em realidade quando os pais também compreendem e apoiam o caminho. O Instituto trabalha justamente para isso: tornar possíveis essas jornadas de transformação”, diz José Carlos Vieira Junior, CEO da Drum.

A programação ocorreu na Biblioteca Parque da Rocinha, com oficinas de robótica, experiências com realidade aumentada e outras atividades interativas para crianças e adultos, mostrando que a tecnologia pode — e deve — estar acessível a todos os territórios.

Essa ação encerrou um percurso simbólico e potente iniciado na Aldeia Maracanã, com a valorização da ciência ancestral, passando pela Zona Oeste do Rio, em Realengo, com um festival literário e atividades maker no Parque de Realengo, onde o Instituto também firmou parceria com o Colégio e a Universidade São José. Na Pequena África, território histórico e culturalmente significativo, o Cultura Maker reafirmou o compromisso com o protagonismo de meninas pretas e estabeleceu alianças com iniciativas sociais locais. E, projetando o futuro, levou jovens engajados desde as primeiras edições a uma premiação no Museu do Amanhã, dentro do evento Olhar Futuro.

Símbolo da resistência, a Rocinha, espaço onde a força da favela, da cultura e da diversidade, representa o que há de maior no Rio de Janeiro. Uma das comunidades mais emblemáticas e potentes do Rio de Janeiro, foi palco de uma transformação silenciosa e profunda: o despertar de um novo olhar para o futuro entre suas crianças e jovens, impulsionado pelo projeto Cultura Maker, do Instituto Drum Brasil.

Mais do que oficinas e atividades pontuais, o projeto levou à favela experiências capazes de ressignificar a relação desses jovens com a ciência e a tecnologia, mostrando que o acesso ao conhecimento não deve estar restrito a determinados territórios. Em um ambiente marcado historicamente por vulnerabilidades sociais, o Cultura Maker trouxe luz, oportunidades e encantamento por meio da educação prática, acessível e criativa.

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