Funcionária atropelada por ônibus morre dentro de garagem no Rio

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Uma funcionária atropelada por ônibus morreu na manhã desta sexta-feira (29) dentro da garagem da empresa Âncora Matias, no Engenho de Dentro, Zona Norte do Rio. A vítima foi identificada como Jacqueline Azevedo de Carvalho, que trabalhava no setor administrativo da companhia.

O acidente aconteceu por volta das 10h, enquanto um coletivo realizava uma manobra no pátio da garagem. Segundo informações preliminares, funcionários que estavam no local ouviram um forte barulho e correram para verificar o que havia acontecido.

Ao chegarem à área do acidente, os colegas encontraram Jacqueline já sem vida. A morte provocou forte comoção entre funcionários da empresa, onde ela era conhecida por atuar na área administrativa.

As circunstâncias do atropelamento ainda não foram esclarecidas. Uma perícia foi realizada no local para ajudar na apuração da dinâmica do acidente e das condições em que a manobra era feita no momento da tragédia.

O caso está sendo investigado pela 26ª Delegacia de Polícia, em Todos os Santos. A Polícia Civil busca apurar se houve falha operacional, problema de segurança ou outros fatores que possam ter contribuído para a morte da funcionária.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento de Jacqueline Azevedo de Carvalho. A família deve receber apoio enquanto as autoridades avançam na investigação.

Em nota, o Rio Ônibus lamentou a morte da funcionária e informou que a empresa está acompanhando o caso. A entidade também declarou que a companhia presta assistência aos familiares.

“A empresa está acompanhando o caso e prestando toda a assistência necessária”, informou o Rio Ônibus.

A perícia técnica deverá apontar detalhes sobre a movimentação do coletivo e a posição da vítima no momento do acidente. Os laudos serão enviados à Polícia Civil e podem ser fundamentais para a conclusão das investigações.

Testemunhas também devem ser ouvidas para ajudar a reconstruir os momentos que antecederam o atropelamento. O objetivo é esclarecer como a manobra terminou na morte da funcionária dentro da garagem.

A tragédia reacendeu a preocupação com protocolos de segurança em áreas internas de empresas de transporte, principalmente em locais de circulação simultânea de funcionários e veículos pesados durante a rotina operacional.

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