O Disque Denúncia lançou neste sábado (17) um apelo à população por informações que ajudem a identificar e localizar os responsáveis pela morte de Jefferson Faria Barbosa, diretor médico geral da Central Médica de Itaguaí (CMI). Ele foi assassinado a tiros no dia 27 de fevereiro, quando chegava em casa, no município de Seropédica, na Baixada Fluminense.
Jefferson Faria Barbosa, de 38 anos, havia acabado de sair do carro e se preparava para abrir o portão de sua residência quando foi alvejado por diversos disparos. O crime aconteceu no km 42 da antiga Estrada Rio-São Paulo. A vítima morreu no local, e nada foi levado pelos autores, o que reforça a hipótese de execução.
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que instaurou inquérito e já vem realizando diligências para esclarecer a motivação do crime. Até o momento, os autores não foram identificados, e nenhuma prisão foi realizada. A polícia trabalha com a linha de que Jefferson tenha sido vítima de um ataque premeditado.
Para reforçar as investigações, o Disque Denúncia divulgou um cartaz com a imagem da vítima e os canais disponíveis para que a população possa colaborar com informações. A identidade dos denunciantes é preservada, e o sigilo é garantido em todas as plataformas.
Os canais para envio de denúncias são:
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Central de Atendimento: (21) 2253-1177 ou 0300-253-1177
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WhatsApp Anonimizado: (21) 2253-1177
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Aplicativo: Disque Denúncia RJ (disponível para Android e iOS)
No cartaz divulgado, o serviço reforça que qualquer informação pode ser decisiva para localizar os envolvidos na morte de Jefferson Faria Barbosa. A prática do WhatsApp anonimizado, segundo o próprio Disque Denúncia, utiliza técnicas que removem ou modificam dados que possam identificar o denunciante, oferecendo segurança a quem colabora com a investigação.
Jefferson era conhecido na região por sua atuação como diretor médico e também por seu envolvimento em projetos sociais ligados à área da saúde. Sua morte gerou grande comoção em Itaguaí e Seropédica, onde colegas de trabalho e pacientes lamentaram a perda e exigiram justiça.
A Delegacia de Homicídios segue reunindo provas e aguardando a chegada de novas informações que possam levar à prisão dos autores. Investigadores ainda analisam imagens de câmeras de segurança próximas ao local do crime e levantam possíveis ameaças ou desentendimentos que Jefferson pudesse ter sofrido antes do atentado.
A participação da população é considerada fundamental para o avanço do caso. Crimes com características de execução exigem cooperação entre autoridades e sociedade, especialmente quando não há testemunhas dispostas a prestar depoimento formal.
A morte de Jefferson Faria Barbosa representa mais um caso grave de violência na Baixada Fluminense, região historicamente afetada por altos índices de homicídios. O Disque Denúncia reforça que atua em parceria com as forças de segurança para ampliar o alcance das investigações e garantir que crimes como este não fiquem impunes.














