A comissária presa com droga no Sri Lanka, Charlotte May Lee, de 21 anos, foi flagrada com 46 quilos de kush — uma substância sintética extremamente potente, considerada 25 vezes mais forte que o opioide fentanil. O flagrante aconteceu na última segunda-feira (12), após a britânica desembarcar de um voo vindo da Tailândia, no Aeroporto Internacional de Colombo.
Charlotte, que já trabalhou para a companhia aérea TUI Airways e atualmente está desempregada, foi detida ao passar pela alfândega com duas malas contendo a droga. Segundo a imprensa britânica, ela também atua como esteticista e teria viajado ao sudeste asiático após o fim de um relacionamento conturbado.
Conforme o jornal Daily Star, Charlotte está dividindo uma cela com outras 20 mulheres enquanto aguarda uma audiência judicial. A situação é considerada grave devido à quantidade apreendida, e autoridades do Sri Lanka indicaram que a jovem poderá ser condenada a até 25 anos de prisão.
Um amigo da família relatou ao tabloide The Sun que Charlotte está extremamente abalada: “Disseram que, se condenada, devido ao tamanho da carga de drogas, ela poderá pegar entre 20 e 25 anos de prisão. Funcionários da Embaixada Britânica a avisaram que ela não vai a lugar nenhum tão cedo”, afirmou.
A família de Charlotte revelou que ela teria conhecido um homem durante a viagem à Tailândia, o que pode ter relação com o transporte da droga. As circunstâncias da viagem e a motivação do transporte ainda estão sendo investigadas.
O caso de Charlotte May Lee, comissária presa com droga no Sri Lanka, lembra o de Bella May Culley, outra britânica presa por tráfico internacional. Aos 18 anos, Bella foi detida ao tentar transportar maconha e haxixe da Tailândia para a Geórgia, antiga república soviética, e também enfrenta uma possível pena longa de reclusão.
Ambos os casos evidenciam os riscos e a severidade das leis sobre tráfico de drogas em países da Ásia, especialmente quando envolvem estrangeiros. O governo britânico acompanha os casos, mas já alertou que há limites para interferência diplomática em processos judiciais locais.














