O governador Cláudio Castro virou alvo de cobranças na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Deputados criticaram a demora no cumprimento da promessa de entrega de uma prótese para um delegado da Polícia Civil que teve a perna amputada.
A cobrança ocorreu no plenário da Casa, no Centro do Rio, onde parlamentares cobraram uma postura imediata do Governo do Estado para garantir o suporte médico e o equipamento necessário ao agente atingido em serviço.
Repercussão da promessa de apoio na Alerj
Durante a sessão, os deputados lembraram que o compromisso de garantir todo o suporte de reabilitação ao policial civil foi assumido publicamente. A falta de um desfecho rápido para a compra e adaptação da prótese gerou insatisfação entre os parlamentares da bancada de segurança e da oposição.
O delegado perdeu o membro inferior após ser ferido durante uma operação policial no Estado do Rio de Janeiro. A situação de agentes baleados que enfrentam burocracia para conseguir tratamento e equipamentos de reabilitação voltou a ser debatida no parlamento fluminense.
O que dizem os parlamentares sobre a cobrança?
Os deputados cobraram que a Secretaria de Estado de Polícia Civil e o gabinete do governador acelerem a liberação dos recursos para a prótese. Segundo os discursos, o Estado precisa dar assistência integral aos servidores da segurança pública que sofrem ferimentos graves durante a rotina de trabalho.
A cobrança também incluiu pedidos para que outros policiais militares e civis feridos em combate tenham atendimento prioritário na rede pública estadual ou por meio de convênios de saúde mantidos pelo governo.
O que responde o Governo do Estado?
Até o fechamento desta reportagem, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a assessoria do governador Cláudio Castro não haviam se pronunciado oficialmente sobre os prazos para a entrega do equipamento ao delegado. O espaço segue aberto para manifestação.
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro também foi procurada para informar o andamento do processo administrativo de assistência médica ao servidor, mas não confirmou a data exata em que a prótese será entregue ao agente.
Como funciona o atendimento a policiais feridos em serviço?
Servidores da segurança pública do Rio de Janeiro que sofrem lesões graves em operações têm direito a tratamento médico e reabilitação custeados pelo Estado. O processo envolve avaliação de junta médica e licitação para a compra de próteses ou materiais especiais.
Para solicitar apoio ou acompanhar processos de assistência de servidores feridos, os familiares podem procurar a Diretoria Geral de Saúde da Polícia Civil ou a assistência social da Polícia Militar, além da Ouvidoria Geral do Estado pelo telefone 126.
Imagem ilustrativa gerada por inteligencia artificial














