Mulheres que já têm o próprio negócio ou querem começar a empreender ganham uma oportunidade de capacitação no Rio de Janeiro. A primeira edição presencial da Virada da Empreendedora na cidade acontece nos dias 27 e 28 de agosto, em Botafogo, trazendo oficinas, palestras e espaço de networking.
Capacitação prática para acelerar negócios femininos no Rio
O evento é organizado pela Rede Mulher Empreendedora (RME) e será realizado no prédio da FIAP Rio, localizado na Praia de Botafogo, número 300, na Zona Sul. Mais de 400 participantes já garantiram presença nos painéis que abordam desde finanças até novas tecnologias para aumentar o faturamento das empresas.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pela internet, na plataforma Sympla. O ingresso custa R$ 88 e garante acesso a toda a programação dos dois dias de encontro, incluindo os momentos de mentoria coletiva com especialistas de mercado.
Quem pode participar e como comprar o ingresso?
A programação atende mulheres em qualquer estágio da jornada profissional. O encontro é voltado para autônomas, microempreendedoras, estudantes e lideranças corporativas. Para garantir uma vaga, a interessada deve acessar o site do Sympla e buscar pelo nome do evento. Não haverá venda presencial de ingressos na hora do evento.
Quais são os principais temas e palestrantes confirmados?
A abertura contará com Ana Fontes, fundadora da RME, comandando uma sessão de mentoria direta com o público. O cronograma também inclui o painel “IA como Aliada da Mulher Empreendedora”, que mostra ferramentas digitais práticas, e a palestra “Precificação Estratégica”, focada na margem de lucro e organização financeira.
Entre os nomes confirmados na lista de palestrantes estão Silvana Bahia, co-diretora do Olabi e coordenadora do projeto PretaLab; a criadora de conteúdo Mariana Bridi; e o comunicador Rene Silva, fundador do jornal Voz das Comunidades.
Qual é a realidade das mulheres que empreendem no estado?
Levantamento da própria Rede Mulher Empreendedora no estado do Rio aponta que 75,5% das mulheres atendidas por seus programas são negras e 57,1% são as principais responsáveis pelo sustento da casa. Além disso, 64% das participantes vivem com renda mensal de até R$ 2 mil.
Os dados mostram ainda que as iniciativas variam conforme a região. Na Baixada Fluminense, o perfil mais comum de negócio envolve serviços de alimentação, estética e artesanato. Na capital, 52% das empreendedoras já possuem CNPJ formalizado e mais da metade utiliza ferramentas de inteligência artificial na rotina diária.















