A briga por guarda de criança virou caso de polícia na noite deste domingo (17), em Ceilândia, no Distrito Federal. A confusão familiar terminou com agressões, ameaças e a prisão de um dos envolvidos, que tinha um mandado em aberto.
Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, a equipe foi acionada inicialmente para atender a uma ocorrência de violência doméstica amparada pela Lei Maria da Penha. Ao chegar ao endereço, os policiais constataram que a situação envolvia um desentendimento entre familiares.
De acordo com a corporação, a discussão teria começado depois que uma avó ficou insatisfeita com a decisão da filha de permitir que o neto permanecesse temporariamente com o pai. Ao saber da situação, a matriarca foi até a casa do genro para tirar satisfação.
No local, também estavam a mãe da criança e um primo do pai. A conversa rapidamente saiu do controle e evoluiu para xingamentos, ameaças verbais e agressões físicas entre os presentes.
Ainda conforme a PMDF, o primo do pai teria feito ameaças durante a confusão. Todos os envolvidos apresentavam marcas visíveis de agressões quando os militares chegaram ao endereço.
Após conter a situação, os policiais realizaram abordagem e busca pessoal nos envolvidos. Em seguida, consultaram os dados de cada um nos sistemas operacionais da corporação.
Durante a checagem, os militares descobriram que o pai da criança tinha um mandado de prisão ativo. Ele recebeu voz de prisão e foi encaminhado para as providências cabíveis.
As demais pessoas envolvidas na confusão familiar foram conduzidas à 2ª Delegacia Especial de Atendimento à Mulher, a Deam II. O caso será analisado pela Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias da briga e as responsabilidades de cada envolvido.
A ocorrência expõe como conflitos familiares envolvendo guarda e convivência de crianças podem escalar rapidamente quando não há diálogo ou mediação adequada. No caso registrado em Ceilândia, a disputa terminou com agressões, condução à delegacia e cumprimento de mandado de prisão.














