A biblioteca na Cinelândia foi inaugurada dentro da estação de metrô com a proposta de ampliar o acesso à leitura para os milhares de passageiros que passam diariamente pelo local.
O espaço, chamado A Casa Amarela, funciona com empréstimo gratuito de livros e busca transformar o ambiente de circulação em um ponto de cultura acessível à população.
Durante a inauguração, foram distribuídos 100 exemplares gratuitamente, incentivando o contato imediato do público com a leitura.
A biblioteca funciona de segunda a quinta-feira, das 8h às 19h, e às sextas e sábados, das 16h às 19h, oferecendo horários variados para atender diferentes perfis de usuários.
Idealizador do projeto, Pedro Botelho destacou a origem da iniciativa.
“A Casa Amarela nasceu de um sonho coletivo e hoje se torna realidade. Queremos que a biblioteca seja um espaço vivo de troca, reflexão e inclusão”, afirmou.
A proposta surgiu há cerca de quatro anos, em Anchieta, na Zona Norte do Rio, onde está localizada a unidade original do projeto.
A gerente de Comunicação do MetrôRio, Simone Feil, ressaltou a importância da localização.
“Ter uma biblioteca em um espaço público de alto fluxo, no coração da área cultural do Centro do Rio, é uma forma de levar cultura a todos”, destacou.
O secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, também comentou a iniciativa.
“Trazer A Casa Amarela de Anchieta para a Cinelândia aproxima centro e periferia, valorizando escritores e iniciativas que muitas vezes não circulam”, disse.
Já a secretária estadual de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, enfatizou o impacto simbólico do projeto.
“Quando eu olho A Casa Amarela aqui na estação Cinelândia, nesse lugar onde passam tantas pessoas, a gente se inspira e deixa florescer a essência que os afazeres do dia tentam roubar de nós”, afirmou.
Além do empréstimo de livros, os organizadores informaram que o espaço deverá receber novas ações voltadas ao público, incluindo iniciativas sociais e de saúde.
A criação do espaço reforça a presença da cultura no cotidiano urbano e pode transformar a rotina de quem passa pela estação diariamente.
A iniciativa tende a atrair cada vez mais visitantes e pode se tornar um novo ponto de encontro cultural no Centro do Rio.














