Banheiros acessíveis em feiras no Rio podem ser ampliados com nova lei aprovada nesta quinta-feira (26) pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A proposta autoriza o Poder Executivo a incentivar a instalação de estruturas sanitárias em feiras livres e eventos ao ar livre.
O projeto prevê a implementação de banheiros químicos com acessibilidade e lavatórios, destinados ao uso da população, feirantes e expositores durante o funcionamento das atividades.
A medida busca suprir uma demanda antiga em espaços de grande circulação, onde a ausência de infraestrutura básica costuma gerar desconforto e impactar a permanência do público.
De acordo com o texto aprovado, o governo estadual poderá firmar parcerias com prefeituras e com a iniciativa privada para viabilizar a instalação dos equipamentos.
A articulação envolverá órgãos como a Secretaria de Estado de Turismo e a Secretaria de Desenvolvimento, Energia, Indústria e Serviços, ampliando o alcance da proposta.
Como forma de atrair investimentos, a nova lei permite que empresas responsáveis pela instalação explorem publicidade nos banheiros durante o período de funcionamento.
A exibição de anúncios deverá seguir as regras estabelecidas por cada município e respeitar a legislação vigente para esse tipo de atividade.
A proposta também amplia sua abrangência para além das feiras livres, incluindo eventos realizados em áreas públicas com grande concentração de pessoas, como entorno de estádios, praças, parques e vias urbanas.
Segundo o autor do projeto, a iniciativa pretende melhorar as condições de higiene e oferecer mais conforto tanto para trabalhadores quanto para frequentadores desses espaços.
A falta de banheiros adequados, além de afetar a experiência do público, também impacta diretamente o trabalho de feirantes, que muitas vezes dependem de estabelecimentos próximos para atender necessidades básicas.
Com a nova medida, a expectativa é de que haja avanço na infraestrutura urbana e maior qualidade nos serviços oferecidos em eventos ao ar livre.
E enquanto o projeto segue para implementação prática, cresce a expectativa sobre como — e quando — essas mudanças chegarão de fato ao dia a dia da população.














