O município voltou ao Estágio 1 no Rio por volta de 1h15 deste sábado, depois que a instabilidade perdeu força e não havia mais previsão de chuva moderada nas horas seguintes. A mudança ocorre após o forte temporal que atingiu bairros da Zona Norte e do Centro na noite de sexta-feira, elevando a cidade ao Estágio 2 às 20h32.
O Estágio 1 representa o menor nível em uma escala de cinco e indica que não há ocorrências com grande potencial de impacto. Ainda podem ocorrer pequenos transtornos, mas sem prejuízo significativo à rotina da população.
Na Avenida Brasil, especialmente na altura da Fiocruz, motoristas enfrentaram alagamentos severos e precisaram subir calçadas para evitar que a água invadisse os veículos. Em São Cristóvão, o gramado de São Januário ficou completamente tomado pela água após um volume intenso de chuva em curto período.
Cidades vizinhas também registraram problemas. São Gonçalo e Niterói tiveram vários pontos de alagamento e impactos no transporte, aumentando o alerta das autoridades. O governador Cláudio Castro informou que o Comitê de Chuvas e o Corpo de Bombeiros foram mobilizados para monitorar e atuar nos locais mais afetados.
Já nas primeiras horas da madrugada deste sábado, o radar meteorológico não detectava núcleos de chuva, e não havia registro de precipitação recente, o que contribuiu para o retorno ao Estágio 1.
Para este sábado, a previsão é de céu nublado a parcialmente nublado, sem chuva e com máxima de 32°C. A tendência é de calor ao longo do dia, com sensação de abafamento durante a tarde. No domingo, o cenário se repete, com temperaturas novamente chegando aos 32°C.
A segunda-feira, primeiro dia de dezembro, deve marcar o retorno do calor mais intenso, com previsão de máxima de 35°C e tempo firme. Já na terça-feira, a aproximação de um sistema de baixa pressão deve trazer mais nebulosidade e pancadas de chuva entre a tarde e a noite, além de ventos moderados a fortes.
A quarta-feira segue instável, com possibilidade de chuva fraca a moderada a qualquer momento e rajadas de vento, aumentando o risco de novos transtornos em áreas vulneráveis da cidade.














