Anvisa suspende suplementos alimentares após descobrir irregularidades graves

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A Anvisa suspende suplementos alimentares que estavam sendo vendidos de forma irregular em todo o país. A decisão foi tomada após a agência identificar produtos sem registro, sem licença sanitária e sem identificação de fabricante nacional, comercializados em plataformas online como Shopee e Mercado Livre.

Segundo o órgão, as irregularidades envolvem suplementos de proteína em pó e cápsulas naturais produzidos por empresas sem autorização para fabricar ou distribuir alimentos. Com isso, estão proibidas a fabricação, importação, distribuição, divulgação e o consumo desses produtos.

Em comunicado oficial, a Anvisa alertou que a falta de regularização compromete a segurança dos consumidores. “Os suplementos vêm sendo divulgados e comercializados sem regularização sanitária, além de não apresentarem identificação de fabricante ou importador nacional”, destacou a nota.

A determinação inclui também o recolhimento de outros suplementos e óleos vegetais produzidos sem licença e comercializados diretamente em sites oficiais das empresas. A agência apontou que todos os lotes dos produtos listados deverão ser recolhidos imediatamente do mercado.

O órgão reforçou que a venda de suplementos sem registro é uma infração grave e pode colocar em risco a saúde da população. Produtos não fiscalizados podem conter substâncias proibidas, dosagens incorretas e componentes que causam reações adversas.

A Anvisa suspende suplementos alimentares irregulares como parte de uma ação nacional para coibir a comercialização de produtos falsificados ou sem controle sanitário. A agência orienta que o consumidor sempre verifique o número de registro no rótulo e consulte o site oficial antes da compra.

Com o aumento da venda de suplementos online, a fiscalização foi intensificada desde 2024. A meta é proteger o consumidor brasileiro e garantir que apenas produtos devidamente certificados estejam disponíveis no mercado.

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