Zelador agredido no DF apresenta melhora, mas permanece intubado na UTI
O zelador Vanderlei Souza Lima, de 53 anos, vítima de uma agressão brutal na Asa Norte, em Brasília, na última sexta-feira (7/8), demonstra sinais de melhora em seu quadro clínico.
Apesar de ainda estar intubado e necessitar de suporte para respirar, Vanderlei está consciente e já consegue realizar movimentos com mãos, pés e olhos, segundo informações de sua família.
A equipe médica também afastou a necessidade de hemodiálise, um procedimento para casos de insuficiência renal, aliviando parte da apreensão dos familiares. As informações foram divulgadas pelo Metrópoles DF.
Melhora clínica e exames descartam necessidade de hemodiálise
Vanderlei Souza Lima, que estava inconsciente desde o dia da agressão a pauladas, teve uma evolução significativa. Ele segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).
Inicialmente, no domingo (9/8), a equipe médica alertou a família sobre um possível mau funcionamento dos rins, o que gerou preocupação e solicitou a avaliação de um especialista. Contudo, exames posteriores descartaram essa hipótese, trazendo um alívio temporário.
O cunhado de Vanderlei, Jonathan dos Santos Reis, de 48 anos, relatou que a família continua em estado de apreensão, acompanhando de perto a evolução do quadro do zelador.
Entenda o caso da agressão brutal
O incidente ocorreu na madrugada de sexta-feira (7/8), quando Vanderlei foi atacado enquanto trabalhava no Bloco A da 314 Norte, local onde exerce a função de zelador.
Ele sofreu um grave traumatismo craniano e precisou passar por uma cirurgia de emergência para tentar reverter o quadro. A gravidade dos ferimentos chocou a comunidade local.
Suspeito possui histórico criminal, segundo a polícia
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) identificou o suspeito como Alexandre da Trindade. De acordo com as informações policiais, o indivíduo possui antecedentes criminais.
O histórico de Alexandre da Trindade inclui passagens por crimes como roubo, lesão corporal, maus-tratos, injúria e difamação, o que agrava a situação e levanta questionamentos sobre a segurança na região.














