O uniforme do Vasco com a Nike vazou nas redes sociais poucas horas após o clube anunciar oficialmente a nova parceria com a fornecedora de material esportivo americana. As primeiras imagens da suposta camisa 1 começaram a circular na internet e rapidamente animaram a torcida cruz-maltina.
O acordo entre o Vasco da Gama e a Nike terá duração de sete anos e coloca fim à parceria com a Kappa. Segundo informações divulgadas, o contrato gira em torno de R$ 250 milhões no total, podendo sofrer aumentos de acordo com metas esportivas e volume de vendas.
As primeiras imagens foram divulgadas pelo perfil “SDM LINKS”, que mostrou a camisa principal com predominância da cor preta e a tradicional faixa branca diagonal. O próprio perfil destacou que o modelo vazado não se trata do uniforme alternativo que será usado na Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026, mas sim da versão torcedor da camisa principal.
De acordo com o site “Footy Headliners”, especializado em vazamentos de uniformes de clubes, o novo layout mantém o padrão clássico do clube, com um design sutil que faz referência aos mares cruzados pelos navegadores portugueses, remetendo às origens históricas do Vasco.
Outro detalhe que chamou a atenção dos torcedores está na parte interna da gola, onde devem constar as coordenadas geográficas do estádio de São Januário — “22°53’27.2″S, 43°13’41.9″W”. A gola, segundo os vazamentos, terá um padrão circular simples, todo em preto, sem grandes detalhes adicionais.
A versão provisória do uniforme que será utilizada pelo Vasco na Copinha de 2026, no entanto, deve apresentar algumas diferenças, especialmente no formato da gola. A Nike costuma trabalhar com variações de preço e acabamento para alcançar diferentes perfis de torcedores.
Ainda não há uma data oficial confirmada para o lançamento da nova camisa, mas a expectativa é que o uniforme já seja utilizado pelo Vasco na estreia do Campeonato Carioca.
Além da parte esportiva, a estratégia da Nike também envolve a ampliação da presença internacional da marca Vasco, com comercialização dos produtos em grandes mercados como Estados Unidos, Ásia e Europa. O clube negociou durante praticamente todo o ano com a fornecedora americana e chegou a receber propostas de outras marcas, como a Puma, que acabou fechando com o Fluminense.














