Toninho Vaz morre aos 78 anos e deixa legado no jornalismo e na literatura

Toninho Vaz

O jornalista, roteirista e escritor paranaense Toninho Vaz morre aos 78 anos, no Rio de Janeiro, na última terça-feira (21). A causa da morte não foi divulgada até o momento.

Natural de Curitiba, Toninho Vaz construiu uma carreira sólida ao longo de décadas, transitando entre o jornalismo e a literatura com reconhecimento nacional. Ele se destacou especialmente por suas obras biográficas, sendo autor de “Paulo Leminski, o bandido que sabia latim”, considerada uma das mais relevantes sobre a vida do poeta curitibano.

Além de Leminski, Vaz também escreveu biografias de nomes importantes como Torquato Neto, Darcy Ribeiro, Santa Edwiges e Luiz Severiano Ribeiro, consolidando sua reputação como um dos principais autores do gênero no país.

Na televisão, teve uma passagem marcante pela TV Globo, onde trabalhou por 14 anos. Durante esse período, atuou como editor em programas de grande audiência, como Jornal Nacional, Fantástico e Globo Esporte, contribuindo para a construção de conteúdos que alcançaram milhões de brasileiros.

Ainda na emissora, também desempenhou funções como editor e produtor em Nova York, ampliando sua experiência internacional e reforçando sua atuação no jornalismo audiovisual.

A morte de Toninho Vaz gerou comoção entre amigos e conhecidos, que usaram as redes sociais para prestar homenagens e lembrar momentos marcantes ao lado do jornalista.

Toninho sempre alegre, sempre com alguma coisa pra contar. Um personagem que marcou os lugares por onde passou, escreveu um amigo.

A cerimônia de despedida está marcada para esta quarta-feira (22), às 13h, na Capela do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Uma trajetória construída com palavras, histórias e personagens que ajudaram a contar parte importante da cultura brasileira agora se encerra, deixando um legado que permanece vivo na memória de leitores, colegas e admiradores.

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