A Suzane von Richthofen volta ao Instagram após a repercussão da série Tremembé, produção original do Prime Video que dramatiza sua história. Condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos pais em 2002, Suzane, atualmente com 42 anos, cumpre pena em liberdade desde 2023 e retomou sua atuação como microempreendedora digital.
De acordo com informações da Folha de S.Paulo, a loja virtual de Suzane, hospedada no Instagram, foi reativada na última segunda-feira (3), data de seu aniversário. O perfil estava inativo desde dezembro de 2024 e voltou com novos produtos artesanais, incluindo chinelos personalizados que variam de R$ 150 a R$ 180. O catálogo também conta com bolsas e jogos americanos feitos à mão, com entregas para todo o Brasil.
Inicialmente, Suzane manteve os comentários abertos nas postagens da loja, mas voltou atrás após uma enxurrada de críticas por parte de internautas que associaram o relançamento da marca ao sucesso da série Tremembé. A produção estreou no dia 31 de outubro e já se tornou a maior estreia nacional da história do Prime Video entre as produções originais da plataforma.
Criada pelo jornalista e escritor Ullisses Campbell — autor dos livros Suzane: Assassina e Manipuladora e Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido —, a série mostra a rotina no presídio de Tremembé, no interior de São Paulo, e reúne um elenco de destaque. Marina Ruy Barbosa interpreta Suzane, enquanto Carol Garcia dá vida a Elize Matsunaga. Também participam Bianca Comparato, Lucas Oradovschi e os irmãos Felipe Simas e Kelner Macêdo, que vivem Daniel e Cristian Cravinhos.
Antes de investir no comércio digital, Suzane tentou seguir carreira no setor público. Em 2024, foi reprovada na primeira fase do concurso para escrevente técnico judiciário do Tribunal de Justiça de São Paulo. No ano anterior, havia tentado uma vaga como telefonista na Câmara Municipal de Avaré, mas também não obteve êxito.
Atualmente, ela cursa Direito e é casada com o médico Felipe Zecchini Muniz, com quem teve um filho em janeiro de 2024. Mesmo após duas décadas do crime que chocou o país, Suzane continua atraindo atenção pública — agora, por transformar sua imagem em empreendimento digital em meio à fama renovada pela ficção.














