Uma seita fitness ligada à cultura da magreza foi exposta pela influenciadora brasileira Emelly Sousa, de 23 anos. Segundo ela, o que começou como um grupo de apoio ao emagrecimento acabou se transformando em um ambiente marcado por comparação constante e pressão estética.
Emelly afirmou que percebeu a situação ao notar que praticamente todas as conversas, metas e relações dentro do grupo giravam em torno da perda de peso.
De acordo com a influenciadora, estar cada vez mais magra passou a ser tratado como sinal de disciplina, controle e sucesso pessoal.
O relato também menciona que referências visuais de celebridades eram usadas como padrão dentro do grupo, reforçando metas corporais difíceis de sustentar de forma saudável.
A influenciadora disse que passou a enxergar a dinâmica como prejudicial ao perceber que o apoio inicial havia dado lugar a cobranças, comparações e validação baseada na aparência.
O caso reacendeu o debate sobre os riscos de comunidades digitais que apresentam a perda de peso como objetivo central e associam autoestima, valor pessoal e pertencimento a padrões corporais restritos.
Especialistas em saúde alertam que processos de mudança corporal devem ser acompanhados por profissionais qualificados e não devem ser guiados por comparação, pressão de grupo ou metas estéticas extremas.
Nas redes sociais, o relato de Emelly gerou repercussão entre usuários que também criticaram a cultura da magreza e defenderam uma relação mais equilibrada com saúde, alimentação e imagem corporal.














