A Taxa de Incêndio 2026 começou a ser cobrada no estado do Rio de Janeiro a partir desta quinta-feira. O pagamento é obrigatório para proprietários de imóveis urbanos e deve ser realizado até o dia 11 de fevereiro. O valor varia conforme o tipo, o uso e o tamanho do imóvel.
A taxa é de competência estadual e os recursos arrecadados são destinados ao Funesbom, fundo responsável por financiar a manutenção, a modernização e a operação do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro. Entre as ações custeadas estão treinamentos, aquisição de viaturas, compra de equipamentos e capacitação dos militares.
Os valores da Taxa de Incêndio partem de R$ 44 e podem aumentar de acordo com as características do imóvel. Os boletos estão sendo enviados pelos Correios, mas quem não receber a cobrança pode emitir a segunda via pelo site oficial do Corpo de Bombeiros ou pelo aplicativo 193RJ.
Segundo o porta-voz da corporação, tenente-coronel Fábio Contreiras, a arrecadação é fundamental para a continuidade dos serviços prestados à população. “É com essa arrecadação que o Corpo de Bombeiros capacita seus militares, adquire viaturas, equipamentos de combate a incêndios, busca e salvamento, além de embarcações e aeronaves. A taxa de incêndio é constitucional e obrigatória”, afirmou.
A legislação prevê isenção para aposentados, pensionistas, pessoas com deficiência, além de igrejas e templos de qualquer culto. No entanto, o benefício não é concedido automaticamente. Para solicitar a isenção, é necessário apresentar a documentação exigida em um dos postos do Funesbom.
O Corpo de Bombeiros orienta que os contribuintes confiram atentamente os dados do boleto antes de efetuar o pagamento. A taxa deve ser quitada exclusivamente em nome do Funesbom, como forma de evitar golpes e cobranças indevidas.














