Prêmio para agentes de segurança do RJ foi lançado nesta quinta-feira (21) pela OAB-RJ e pelo Viva Rio, com o objetivo de reconhecer boas práticas desenvolvidas por profissionais das forças de segurança pública no estado. A iniciativa recebeu o nome de Prêmio Segurança dos Direitos Coronel Nazareth Cerqueira.
A premiação é voltada a integrantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, guardas municipais, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal. O edital prevê reconhecimento para iniciativas que contribuam para uma atuação mais cidadã, humanizada e eficiente na área da segurança.
Os projetos inscritos poderão concorrer em três categorias: bem-estar, saúde e direitos humanos do profissional; inclusão e igualdade; e redução da violência comunitária.
As três melhores iniciativas de cada categoria receberão premiação em dinheiro, além de estatueta e certificado. O resultado está previsto para ser divulgado em 20 de julho, e a cerimônia de entrega deve acontecer em agosto, ainda sem data definida.
As inscrições poderão ser feitas entre 21 de maio e 21 de junho de 2026, por meio do site do Viva Rio. Os candidatos deverão apresentar documentos que comprovem as iniciativas inscritas, como relatórios, fotos e outros registros que ajudem a demonstrar os resultados dos projetos.
A proposta é dar visibilidade a ações que mostrem caminhos possíveis para melhorar a relação entre segurança pública, direitos humanos e atendimento à população. O prêmio também busca valorizar profissionais que desenvolvem iniciativas positivas dentro das instituições em que atuam.
A presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basilio, destacou que a premiação pretende reconhecer trabalhos capazes de gerar impacto direto na sociedade.
“Esperamos dar visibilidade a trabalhos que fazem a diferença para a população. Com uma atuação mais humanizada e cidadã na área da segurança, todos somos beneficiados”, afirmou Ana Tereza Basilio.
Com o lançamento do edital, profissionais da segurança pública que atuam no Rio terão a oportunidade de apresentar projetos já desenvolvidos e concorrer ao reconhecimento público por práticas consideradas inovadoras, inclusivas e voltadas à redução da violência.














