A Prefeitura de Niterói vai custear traslado de Juliana Marin, jovem de 26 anos que morreu durante uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia. A carioca, que era publicitária e moradora da cidade, caiu de um penhasco na região de Cemara Nunggal, um dos trechos mais perigosos da trilha. A tragédia ocorreu durante sua viagem de turismo pelo Sudeste Asiático.
O prefeito Rodrigo Neves (PDT) confirmou o apoio em comunicado público, mencionando que conversou pessoalmente com Mariana Marins, irmã de Juliana. A gestão municipal se comprometeu a arcar com os custos da repatriação do corpo e oferecer suporte à família durante todo o processo. O corpo de Juliana ainda não foi liberado pelas autoridades indonésias, o que impede a definição da data do velório e do sepultamento, que acontecerão em Niterói.
A queda ocorreu em um ponto da trilha conhecido pelo terreno acidentado, instável e sem proteção, entre 2.600 e 3.000 metros de altitude. O local é frequentemente coberto por neblina, o que agrava os riscos, mesmo com guias experientes acompanhando os trilheiros. Juliana caiu em uma área de encosta rochosa, de difícil acesso, mobilizando equipes de resgate do Parque Nacional de Rinjani, voluntários e autoridades locais.
Durante os dias de buscas, amigos e familiares no Brasil acompanharam tudo pelas redes sociais, mantendo atualizações constantes na esperança de reencontrar Juliana com vida. A comoção foi grande, e diversas campanhas foram organizadas para pressionar por agilidade na localização e resgate.
A família agora concentra esforços na liberação do corpo para que Juliana possa ser sepultada em sua cidade natal. A prefeitura reforçou que continuará prestando toda a assistência necessária para garantir um desfecho digno e acolhedor para os familiares.














