Policial Civil Julieli da Conceição Brandt busca atendimento médico em Maricá após mal-estar. Agente já havia sido ferida em ataque na Avenida Brasil.
A policial civil Julieli da Conceição Brandt, de 39 anos, que sobreviveu a um ataque criminoso contra uma patrulha da Polícia Civil na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro, precisou ser levada novamente a um hospital. Nesta sexta-feira, dia 17, a oficial sentiu-se mal e foi encaminhada ao Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em Maricá.
A notícia traz preocupação, visto que Julieli já passou por um período de internação após ser atingida na perna durante o tiroteio que resultou na morte de seu colega. Detalhes sobre seu estado de saúde atual não foram oficialmente divulgados, mas a necessidade de um novo atendimento médico levanta questões sobre sua recuperação.
O atentado, que vitimou o policial Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, ocorreu em 8 de julho, na Zona Norte do Rio. Uma equipe da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) realizava uma ação de inteligência próximo à comunidade do Muquiço, em Guadalupe, quando a viatura descaracterizada foi alvejada por diversos disparos.
Relembre o ataque que vitimou policial e feriu agente
Durante o ataque, o policial Carlos Alberto Freire Neto foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. A agente Julieli da Conceição Brandt foi socorrida e passou por cirurgia no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Ela recebeu alta no dia 12 de julho e foi homenageada por colegas com aplausos e flores.
Operação policial resultou em prisões após o crime
Em resposta ao atentado, a Polícia Civil deflagrou uma operação na comunidade do Muquiço, que culminou na prisão de quatro suspeitos. As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos no ataque. As causas do mal-estar que levou Julieli a buscar atendimento médico nesta sexta-feira ainda não foram esclarecidas.
Recuperação e novas preocupações com a saúde da agente
A agente Julieli já havia passado quatro dias internada em um hospital antes de receber alta no dia 12 de julho. A nova necessidade de atendimento médico gera apreensão sobre possíveis complicações decorrentes do ferimento sofrido durante o confronto. O caso reforça a periculosidade de ações criminosas contra agentes de segurança pública.
A comunidade policial e os familiares esperam por informações mais detalhadas sobre o estado de saúde de Julieli. A expectativa é de que ela se recupere totalmente e que os responsáveis pelo ataque sejam plenamente identificados e punidos pela justiça.














