A Polícia Civil segue na busca pelo suspeito de assassinato no Mirante do Pasmado, localizado em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O crime aconteceu no mês de março e teve como vítima Vagner do Amaral, que foi morto após ser abordado por um homem que o esperava no local.
As imagens de câmeras de segurança foram fundamentais para ajudar a polícia a entender a dinâmica do crime. A investigação aponta que o criminoso permaneceu no mirante observando a movimentação e aguardou o momento em que Vagner estivesse sozinho para realizar a abordagem.
Ainda segundo os investigadores, Vagner chegou a reagir e, em um primeiro momento, conseguiu imobilizar o agressor. No entanto, após se soltar, o autor perseguiu a vítima e a matou poucos minutos depois.
Logo após o crime, o suspeito de assassinato no Mirante do Pasmado fugiu em uma motocicleta vermelha, veículo que também aparece nas imagens analisadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).
A polícia destaca que qualquer informação sobre o paradeiro do autor do crime pode ser repassada para a DHC, no telefone (21) 96456-5025, ou pelo Disque Denúncia, nos números (21) 2253-1177 ou 181, com garantia total de anonimato para quem colaborar.
O crime gerou grande comoção entre moradores e frequentadores do Mirante do Pasmado, que é considerado um dos pontos turísticos mais visitados de Botafogo. Muitos se dizem assustados com a violência registrada no local, que costuma ser procurado por turistas e moradores para contemplação da cidade.
A Delegacia de Homicídios segue empenhada na busca por novas provas e testemunhas que possam auxiliar na localização e captura do criminoso. As investigações também procuram entender se há algum tipo de motivação específica por trás do homicídio, como desentendimentos pessoais ou tentativa de assalto.
Além disso, a equipe responsável pelo caso segue analisando outras imagens de câmeras de segurança instaladas nas imediações e rotas de fuga, buscando identificar o percurso feito pelo suspeito após o crime.
A Polícia Civil reforça que informações da população são fundamentais para o andamento da investigação. A colaboração anônima tem sido decisiva na elucidação de casos semelhantes na cidade.
O caso segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, que mantém as diligências ativas até que o autor seja localizado e preso.














