Polícia Desarticula Milícia em Campo Grande: Suspeito de Extorsão e Invasão de Terras é Preso

Polícia Desarticula Milícia em Campo Grande

Polícia Civil prende suspeito de integrar milícia e extorquir comerciantes em Campo Grande

Um homem apontado como integrante de uma milícia que atua em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, foi preso nesta sexta-feira (14). Segundo as investigações, Edesio Antonio de Sousa Junior é acusado de extorquir moradores e comerciantes da região.

A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE). Durante a ação, além do suspeito, os policiais apreenderam uma pistola, carregadores, munições e um celular. Edesio também estava com um veículo roubado, que apresentava sinais de adulteração.

A Draco-IE informou que as ações criminosas do grupo visam a expansão do domínio territorial e patrimonial na área. Conforme informação divulgada pela Polícia Civil, as investigações continuam para identificar outros membros da milícia, novas vítimas e possíveis imóveis apropriados ilegalmente.

Milícia expande domínio com extorsão e invasões

De acordo com a especializada, além de cobrar dinheiro de moradores e comerciantes, Edesio Antonio de Sousa Junior também participava de invasões a terrenos e expulsões de famílias de suas casas. Essas atividades criminosas são estratégicas para a milícia, que busca ampliar seu controle na região.

Operação apreende armas e veículo adulterado

Na ação que resultou na prisão de Edesio, os agentes da Draco-IE apreenderam diversos itens que reforçam a atuação do grupo. Uma pistola, carregadores, munições e um celular foram encontrados com o suspeito. Um veículo roubado, com sinais de adulteração, também foi recuperado.

Investigações seguem para identificar todos os envolvidos

A Polícia Civil ressalta que as investigações sobre a atuação da milícia em Campo Grande estão em andamento. O objetivo é mapear toda a estrutura do grupo paramilitar, identificar outros integrantes e descobrir novas vítimas que possam ter sido extorquidas ou prejudicadas pelas ações.

A reportagem buscou contato com a defesa de Edesio Antonio de Sousa Junior, mas até o momento não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestações.

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