Polícia Civil prende suspeito de duplo homicídio na Baixada

DHBF

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, nesta semana, um homem investigado por envolvimento em um duplo homicídio ocorrido na Baixada Fluminense. A captura ocorreu após cruzamento de dados de inteligência e monitoramento de campo.

A operação cumpriu mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Os agentes localizaram o investigado em uma via pública da região, sem registro de confronto armado ou feridos durante a ação policial.

Prisão encerra buscas por investigado de mortes na Baixada

As investigações começaram logo após o crime, quando duas pessoas foram mortas na região metropolitana. Peritos e investigadores reuniram depoimentos e provas materiais para identificar a autoria e solicitar a custódia cautelar ao Poder Judiciário.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito vinha mudando de rotina para evitar abordagens policiais rotineiras. Os agentes mantiveram vigilância velada em pontos estratégicos da Baixada até confirmar a identificação do alvo e efetuar a prisão.

O homem foi conduzido à delegacia especializada para o cumprimento formal dos trâmites legais. Em seguida, foi encaminhado ao sistema penitenciário estadual, onde permanece à disposição da Justiça para as audiências de custódia e instrução criminal.

O que já se sabe sobre a apuração

O inquérito policial detalha que o caso envolveu a execução direta de duas vítimas na Baixada Fluminense. A polícia técnica periciou o local do crime na época do fato, recolhendo cápsulas e vestígios que ajudaram a delimitar a dinâmica dos disparos.

A polícia ainda não confirmou se o crime foi motivado por disputas territoriais, cobranças ilegais ou desavenças pessoais. A linha de investigação continua aberta para determinar se outras pessoas participaram do duplo homicídio, seja no planejamento ou na fuga.

Outros depoimentos foram colhidos com testemunhas e familiares das vítimas nas últimas semanas. O material compõe o relatório final que será enviado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro para o oferecimento da denúncia formal.

Quem responde pela investigação

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), unidade da Polícia Civil especializada na elucidação de crimes violentos letais na região. O batalhão de Polícia Militar local também prestou apoio com patrulhamento reforçado na área durante as diligências.

A Polícia Civil informou que o inquérito segue em andamento para confrontar laudos periciais restantes com o depoimento prestado pelo suspeito detido. Novas medidas judiciais podem ser solicitadas caso surjam novas provas ou comparsas.

A corporação reforça que mandados de prisão cumpridos com base em trabalho técnico e sem disparos em via pública garantem a segurança de quem circula pelo local, preservando moradores, pedestres e o transporte coletivo.

Como denunciar casos de violência na região

A colaboração da população é considerada peça central pelas autoridades para localizar foragidos da Justiça e esclarecer crimes graves. Qualquer informação sobre criminosos armados, esconderijos ou suspeitos de homicídio pode ser repassada aos canais oficiais:

  • Disque Denúncia do Rio: telefone (21) 2253-1177. O serviço funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, com garantia total de anonimato.
  • WhatsApp do Disque Denúncia: número (21) 2253-1177, disponível para o envio de mensagens de texto, fotos e vídeos.
  • Aplicativo Disque Denúncia RJ: disponível gratuitamente para celulares Android e iOS, sem necessidade de cadastro identificável.
  • Atendimento de emergência: caso o crime esteja acontecendo no momento, o cidadão deve ligar direto para o 190 da Polícia Militar.

O que fazer se você foi vítima ou perdeu parentes

Pessoas que perderam familiares em situações de homicídio ou que presenciaram atos de violência devem procurar a sede da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, localizada na Rua Tenente Aldir Soares Adriano, no bairro Juscelino, em Mesquita.

Para formalizar termos de declaração ou entregar registros fotográficos e vídeos que auxiliem o trabalho da polícia, o cidadão deve comparecer à unidade munido de um documento oficial com foto (como RG, CNH ou carteira de trabalho) e cópia do Registro de Ocorrência inicial, se já houver.

As famílias de vítimas também podem buscar apoio gratuito de assistência jurídica e psicológica junto ao Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, presente nos fóruns da comarca onde ocorreu o fato.

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