A Polícia apura o ato obsceno em Três Rios registrado por moradores na tarde da última quarta-feira (20), em frente ao Ciep Marco Polo, no bairro Vila Isabel. A cena chamou a atenção de quem passava pela região e rapidamente se espalhou pelas redes sociais locais, provocando indignação entre pais de alunos e comerciantes do entorno.
Segundo testemunhas, o casal apareceu na calçada ao lado da unidade escolar e iniciou atos sexuais, inadequado para um espaço público e com grande circulação de crianças e adolescentes, ao longo do dia. O episódio ocorreu em plena luz do dia, gerando constrangimento e levando moradores a discutir a possibilidade de acionar a polícia.
As imagens, que circularam em grupos de WhatsApp do município, mostram a reação imediata de quem presenciou a situação, destacando a preocupação com a exposição em um ambiente frequentado por estudantes. Pais relataram que a proximidade com o Ciep agravou o sentimento de revolta e ampliou a cobrança por medidas preventivas na região.
A prática se enquadra no artigo 233 do Código Penal, que trata de atos obscenos em locais públicos, abertos ou expostos ao público. A pena prevista é de detenção e multa. Ainda não há informações sobre a identidade dos envolvidos.
A Polícia Civil informou que analisará as imagens que circulam nas redes sociais para tentar identificar o casal. A corporação também orientou moradores que presenciaram o episódio a comparecer à Delegacia de Três Rios para prestar esclarecimentos formais. O comando da Polícia Militar reforçou o patrulhamento nas proximidades do Ciep Marco Polo, a fim de evitar novos episódios semelhantes.
O caso reacendeu o debate sobre segurança pública no entorno de escolas e sobre o uso inadequado de espaços coletivos no município. Reclamações sobre comportamentos impróprios e falta de fiscalização vêm sendo registradas por moradores ao longo dos últimos meses, principalmente nos horários de maior movimento de estudantes.
A repercussão do episódio ganhou força ao longo da noite e se tornou um dos temas mais comentados nos grupos comunitários. Pais e responsáveis também procuraram representantes do poder público para que medidas adicionais sejam adotadas em defesa do ambiente escolar.
Por enquanto, o caso segue sob análise da Polícia Civil, que deverá decidir os próximos passos da investigação após avaliação completa das imagens e dos depoimentos.














