Paralisação de motoristas da Pégasos e Palmares prejudica passageiros no Rio

paralisação de motoristas da Pégasos e Palmares

A manhã desta terça-feira começou com transtornos para passageiros da Zona Oeste do Rio. A paralisação de motoristas da Pégasos e Palmares atingiu bairros como Sepetiba, Santa Cruz, Paciência, Cosmos, Inhoaíba e Campo Grande, deixando milhares de pessoas sem alternativas imediatas de locomoção.

De acordo com informações, diversas linhas foram afetadas, entre elas a 770, 771, 796, 798, 804, 807, 808, 809, 821, 822, 825, 833, 840, 841, 842, 849, 868, 869, 885, 892, 893 e 898. Para reduzir o impacto, a Mobi Rio orientou os passageiros a utilizar opções como a linha 17 do BRT ou o trem na ligação entre Campo Grande e Santa Cruz, além da linha 67 da Conexão BRT ou das linhas 853 e SV853 para quem seguia até Deodoro. Também foram acionados transportes complementares em Campo Grande e Santa Cruz.

O Rio Ônibus informou que a Viação Palmares enfrentou dificuldades para colocar os coletivos em circulação devido ao atraso no pagamento da cesta básica dos funcionários. A entidade destacou que a operação já estava em processo de regularização. O problema ocorrido é consequência direta de medidas impostas pela Secretaria Municipal de Transportes visando reduzir o pagamento de subsídio às empresas, descumprindo acordo judicial firmado recentemente. Isso agrava o desequilíbrio econômico-financeiro do setor e resulta em paralisações nas empresas mais impactadas, que já estão em processo de recuperação judicial, afirmou a nota do Rio Ônibus.

Já a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) classificou a paralisação como uma questão entre empregadores e funcionários. A pasta garantiu que a Prefeitura mantém os repasses quinzenais dos subsídios aos consórcios em dia, destacando que não há pendências nesse aspecto.

Enquanto patrões e empregados não chegam a um consenso, a rotina dos moradores da Zona Oeste continua marcada por incertezas e longas esperas por transporte público.

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