A operação realizada no Salgueiro, em São Gonçalo, que resultou na morte de 13 suspeitos, entre os quais o paraense Leonardo Costa Araújo, conhecido como Leo 41, apontado como chefe de uma facção criminosa no Pará, ofereceu dificuldade extra para os policiais. O local onde o confronto aconteceu e as técnicas de combate usadas pelos criminosos exigiu que as forças de segurança se organizassem com veículos blindados para progredir num terreno onde, segundo a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), existem 200 barricadas mapeadas.
— Foram muito tiros contra as aeronaves e os blindados, além disso tivemos muita dificuldade para nos movimentar naquele terreno que tem mais de 200 barricadas catalogadas. A organização criminosa que atua naquela área utiliza táticas militares e táticas de guerrilha, eles se escondem em área de mata, de mangue e montanha também, então é um local que para se ter ideia a gente não pode operar com viatura policial, a gente tem que atuar somente com veículos blindados que suportam disparos de armas de guerra. Foi uma operação de muita violência por parte desses criminosos e os policiais que atuaram naquele local conseguiram responder a essas agressões — disse o delegado Fabrício Oliveira, da Core.














