O Memorial da Pandemia no Rio foi inaugurado nesta terça-feira (7), no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Centro da cidade, como uma homenagem às mais de 700 mil vítimas da Covid-19 no Brasil. A cerimônia aconteceu no Dia Mundial da Saúde e reuniu autoridades, incluindo representantes do governo federal.
O espaço foi criado com o objetivo de preservar a memória dos impactos causados pela crise sanitária no país, que também deixou mais de 75 mil vítimas no estado do Rio de Janeiro. Além da homenagem, o memorial marca a reabertura do Centro Cultural do Ministério da Saúde ao público após um período de obras.
Entre os principais destaques do local está uma instalação que exibe, de forma alternada, nomes de vítimas da Covid-19 de diferentes regiões do Brasil. A proposta é proporcionar um ambiente de reflexão e conexão com a dimensão humana da pandemia, destacando histórias que marcaram o país.
A iniciativa também busca estimular o debate sobre a importância das políticas públicas de saúde e o fortalecimento do sistema de atendimento à população, especialmente em momentos de crise.
A inauguração fez parte da programação do Dia Mundial da Saúde, que contou ainda com atividades na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Durante o evento, foram entregues os primeiros registros profissionais para sanitaristas, categoria que atua em áreas como vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental.
Com a criação do memorial, o Rio passa a contar com um espaço permanente de lembrança e conscientização, reforçando a necessidade de valorizar a vida, a ciência e o cuidado coletivo diante de desafios globais.














