A lenda da WWE, Hulk Hogan, morreu aos 71 anos em sua casa na Flórida. O laudo oficial divulgado nesta quarta-feira (31) revela que o astro sofreu um infarto fulminante. No entanto, a maior surpresa foi a descoberta de que o ex-lutador também enfrentava uma leucemia linfocítica crônica, doença que não era de conhecimento público.
Segundo o Instituto Médico Legal da Flórida, o ataque cardíaco foi a causa imediata da morte, ocorrida no último domingo (28). A autópsia ainda indicou que Hogan sofria de uma forma de leucemia que compromete os glóbulos brancos e o sistema imunológico. A informação foi publicada com exclusividade pelo portal TMZ Sports, especializado em notícias de celebridades e esportes.
A presença do câncer no laudo pegou fãs e familiares de surpresa, já que Hulk Hogan nunca havia mencionado publicamente a doença. Nas últimas semanas, ele havia feito aparições em eventos esportivos, inclusive no Monday Night Raw, tradicional programa da WWE. A última imagem pública do lutador foi registrada dias antes da sua morte, durante um passeio com amigos na Flórida.
Nascido como Terry Gene Bollea, Hogan foi um dos maiores ícones da luta livre profissional, responsável por popularizar a WWE no mundo nos anos 1980 e 1990. Além do sucesso nos ringues, também teve passagens pelo cinema e pela televisão. Com sua bandana característica, músculos definidos e bordões como “Hulkamania”, ele inspirou gerações de fãs do wrestling.
A morte de Hulk Hogan gerou grande comoção entre colegas da luta, artistas e fãs. Diversos tributos foram feitos nas redes sociais, e a WWE deve preparar uma homenagem especial ao lutador nas próximas transmissões. Ainda não há informações sobre o funeral, mas é esperado que o velório seja fechado à imprensa, a pedido da família.














